Contos Erotico

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Contos Eróticos – Fui Foder Gostoso com Meu Pai na Casa Dele e Gozei no Pau do Coroa.

Saí do trampo toda suada, com aquela saia coladinha marcando a bunda e o top apertado deixando meus peitinhos bicudos quase pulando pra fora. Os caras na rua já mandavam olhar safado, mas eu só pensava em uma coisa: chegar na casa do meu coroa e dar pra ele sem frescura. Fazia tempo pra caralho que eu não sentia aquela rola veiuda me arrombando direitinho.

Cheguei batendo na porta, ajustei o decote e quando ele abriu, o velho safado já me olhou de cima a baixo com aquela cara de quem tava louco pra me comer. Dei um abraço apertado, entrei no barraco bagunçado e logo soltei que tava com saudade de algo bem mais quente que cerveja gelada. Sentei no sofá velho do lado dele e o clima pesou rapidinho.

Ele começou deslizando a mão calejada pela minha coxa, subindo devagar até levantar a saia e tocar minha bucetinha depilada. Eu já tava molhadinha pra porra. Gemi baixinho enquanto ele chupava meu peitinho, lambendo o bico com vontade. Minha mão foi direto pra dentro da calça dele, peguei aquela pica grossa e dura, comecei a bater uma punheta gostosa antes de descer a boca e mamar até o talo, babando tudo.

O coroa não aguentou, me colocou de quatro no sofá e meteu a língua na minha xana, chupando meu grelinho até eu tremer inteira. Depois esfregou a rola na entrada do meu cuzinho apertado, cuspiu e foi enfiando devagar, me alargando todo. A dor misturada com prazer era foda demais. Ele segurou meu cabelo, socou fundo e começou a me foder com força, batendo pele com pele enquanto eu gemia feito uma puta no cio.

Mudei de posição, subi em cima dele, alinhei a piroca latejando na minha buceta encharcada e desci de uma vez, engolindo tudo. Cavalguei gostoso, rebolando a bunda enquanto ele apertava meus peitos e dava tapa na minha raba. O sofá rangia pra caralho, o cheiro de sexo tomava conta da sala. Ele me virou de novo, me fodeu de ladinho, depois de frente na parede, metendo sem parar até eu sentir o orgasmo subindo forte.

Gozei loucamente no pau do meu pai, apertando ele inteiro enquanto ele enchia meu cuzinho de porra quente. Depois ainda desci pra mamar o resto, chupando cada gota daquele leitinho grosso. A gente ficou ali agarradinho, suados e ofegantes, sabendo que aquela putaria toda era errada pra porra, mas gostosa demais pra parar.

Esse foi um daqueles rolês que me deixaram com a xana latejando o dia inteiro. Se você curte contos eróticos bem safados e sem limite, clica agora no player do vídeo e vem acompanhar cada gemido, cada estocada e cada gozada bem de perto.

Contos Eróticos: Padre Comeu Minha Bucetinha e a da Minha Irmãzinha Virgem na Sala de Casa

Eu sou a Jéssica, 18 anos, morando na periferia com meu pai Seu Jorge e minha irmã Mariana. Meu pai é aquele homem respeitado pra caralho na rua, mas em casa ele vira outro bicho. Ele me apresentou pro padre da paróquia como a filha perfeita, mas ninguém imagina o que rola de verdade entre nós. Naquela quarta-feira de confissão, depois de eu e Mariana confessar com o padre Luiz, meu pai soltou a bomba: o padre ia jantar lá em casa.

Eu já fiquei molhadinha só de imaginar o que ele tava tramando. Mariana, toda inocente, ficou animada escolhendo o vestidinho azul, achando que era só uma visita santa. Eu sabia que não. Meu pai sempre misturava religião com nossas putarias mais safadas. Enquanto me arrumava, meu corpo já tava pegando fogo de excitação misturada com medo do caralho.

O padre chegou com aquele olhar penetrante que me deixava inquieta pra porra. Durante o jantar, meu pai falando de obediência e pecado, o padre completando com papo de pureza e tentação. Parecia um jogo psicológico doentio que só fazia minha bucetinha latejar. Depois do jantar, fomos pra sala e meu pai mandou eu mostrar pro padre como eu era obediente.

Eu comecei a tirar a roupa devagar, sentindo os olhos dos dois queimando em mim. Fiquei só de lingerie, depois meu pai puxou minha calcinha pro lado, mostrando minha bucetinha depilada e meu cuzinho pro padre ver. Ele passou a mão na minha bundinha redondinha e começou a dedar minha pepeca suculenta bem na frente do padre. Eu gemia baixinho, já encharcada, enquanto Mariana assistia chocada, mordendo o lábio.

Meu pai mandou eu ajoelhar e chupar a rola dura do padre. Eu obedeci, engolindo aquela vara grossa e salgada na boca, sentindo ela pulsar enquanto o padre gemia rouco. Enquanto eu mamava gostoso, meu pai foi pra cima da Mariana, sussurrando no ouvido dela e começando a acariciar seus peitinhos por cima do vestido. A safadinha começou a gemer também, confusa mas claramente excitada.

O padre trocou de lugar, foi pra cima da minha irmãzinha. Tirou o vestido dela, deixou só de calcinha e abocanhou aqueles peitinhos bicudinhos, chupando com fome enquanto esfregava a bucetinha dela por cima da calcinha. Mariana se contorcia toda, gemendo alto, entregando pro prazer proibido. Meu pai me puxou pro colo dele, enfiando os dedos na minha bucetinha molhada, me fazendo rebolar em cima da rola dele enquanto eu via tudo.

A sala virou um puteiro sagrado, cheia de gemidos, cheiro de tesão e pecado. O padre dedando a bucetinha virgem da Mariana, eu cavalgando nos dedos do meu pai até gozar gostoso na boca dele. Mariana também explodiu num orgasmo louco, tremendo inteira nas mãos do padre.

Depois daquela noite, tudo mudou pra sempre entre nós. Foi uma foda intensa de desejo e transgressão que nunca vou esquecer.

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Gozando Gostoso com um Desconhecido depois do Expediente

Caralho, depois de um dia inteiro de trabalho fudido, eu só queria relaxar com um drink e acabei encontrando um cara que me deixou a bucetinha latejando em segundos. Eu sou a Luiza, executiva certinha por fora, mas por dentro uma safada que não aguenta mais fingir. Aquele vestido justo marcando meus peitos firmes e a bundinha redonda chamou a atenção dele rapidinho. Ele se aproximou, alto, moreno, olhos que pareciam querer me comer ali mesmo no bar.

Ele elogiou o vestido de um jeito tão safado que eu senti um calor subindo direto pra minha xoxota. Conversa vai, drink vem, e logo a mão dele já estava subindo pela minha coxa, apertando devagar. Meu corpo respondeu na hora, a bucetinha pulsando de tesão. Beijei ele com fome, língua se enrolando enquanto sentia o pau duro dele roçando na minha perna. Porra, eu precisava daquilo. Precisava de uma foda sem compromisso pra esquecer o cansaço.

Chegamos no apartamento dele e mal fechamos a porta. Ele me prensou contra a parede, beijando com força, mãos explorando cada curva. Tirei o cinto dele e liberei aquela rola grossa e pulsante. Ajoelhei e comecei a mamar gostoso, chupando, lambendo, engolindo fundo enquanto massageava as bolas dele. Ele gemia alto, segurando minha cabeça e ditando o ritmo. Eu estava molhada pra caralho.

Ele me levou pro sofá, abriu minhas pernas e enfiou a língua na minha chaninha encharcada, dois dedos me fodendo enquanto chupava meu clitóris. Eu gemia sem vergonha, peitos sendo apertados e beliscados. Quando eu não aguentei mais, implorei pra ele me comer. Ele vestiu a camisinha e meteu devagar no começo, depois socou fundo, estocadas fortes que faziam eu gritar de prazer.

De quatro, ele me arrombou com vontade, dando tapa na bunda e ainda enfiando o dedo no meu cuzinho. Eu empinava pedindo mais, suada, louca pra gozar. Gozamos juntos numa explosão que me deixou tremendo. Mas não acabou aí. Eu ainda queria mais. Ele me virou, me chupou de novo e depois meteu com força na minha buceta apertada. Depois eu pedi pra ele arrombar meu cuzinho.

Ele lubrificou e entrou devagar, depois meteu fundo, bolas batendo na minha xana enquanto eu gemia feito uma vadia no cio. Quando ele anunciou que ia gozar, eu mandei encher meu cu de porra quente. Senti ele pulsar e jorrar tudo lá dentro, uma sensação avassaladora. Depois ainda limpei a rola dele com a boca, engolindo cada gota que sobrava.

Ainda com tesão, montei nele e quiquei gostoso na pica, rebolando enquanto ele apertava meus peitinhos. Gozei de novo, tremendo inteira, e depois terminei mamando até ele explodir na minha boca mais uma vez. Foi uma noite de pura putaria, corpos suados colidindo sem parar.

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A gente se despediu com um beijo, sabendo que foi só uma noite quente, mas que valeu cada segundo de prazer sem limites. Fiquei com a bucetinha e o cuzinho doloridos de um jeito delicioso, lembrando de cada estocada.

Levei Meu Amigo pra Foder Minha Mulher e Ele Arrombou Ela Toda

E aí, cara, imagina só: levei meu amigo pra conhecer minha esposa e a coisa esquentou pra caralho rapidinho. A Clara tava louca pra sentir um pauzão de verdade, daqueles bem grossos e longos que fazem a bucetinha latejar só de olhar. Eu já sabia que o Marcelo era o cara certo pra isso, moreno, alto, musculoso e com uma rola impressionante que todo mundo comentava nas conversas picantes entre os amigos.

Aquela noite começou inocente, com um jantar, mas a safada da minha mulher não perdeu tempo. Vestido vermelho curto marcando o bundão empinado dela, seios médios quase pulando pra fora, e aquela xaninha sempre molhada pronta pra ação. Ela começou a provocar o Marcelo por baixo da mesa, tocando na coxa dele, depois na calça, sentindo o volume crescer. Eu via tudo e meu pau já tava duro pra porra.

Logo ela sussurrou no ouvido dele, levou ele pro quarto e eu segui, excitado pra caralho com o que ia rolar. No quarto a Clara sentou na cama, subiu a saia e mostrou a calcinha branca já toda manchada de tesão. O Marcelo ficou louco, abaixou e começou a chupar aquela bucetinha gostosa enquanto ela gemia baixinho. Depois ela abocanhou o pauzão dele com vontade, mamando com força, babando tudo, olhando pra mim com cara de puta safada.

Ela perguntou se eu tava gostando do show e eu só consegui gemer de tesão. Aí o Marcelo pegou ela de quatro, meteu aquela rola grossa na bucetinha dela até o talo, socando forte, fazendo o bundão dela balançar a cada estocada. Os gemidos da Clara enchiam o quarto, ela tava completamente entregue, pedindo mais, chamando ele de safado enquanto ele batia na bunda dela.

Depois ele passou pro cuzinho apertado dela, lubrificou e foi enfiando devagar no começo, depois metendo fundo, alargando tudo. A Clara delirava de prazer, empinando o rabão pra ele, cavalgando gostoso, os peitinhos balançando enquanto a rola dele entrava e saía sem piedade. Eu batia punheta olhando minha mulher sendo dominada daquele jeito, toda molhada e louca pra gozar.

O clima ficou insano, com estocadas cada vez mais brutas, pele batendo em pele, gemidos altos pra caralho. Ela gozou gostoso, tremendo inteira, e pouco depois ele encheu ela de porra quente e grossa.

Foi uma noite que deixou todo mundo esgotado e satisfeito pra porra. Se você curte contos eróticos bem safados como esse, clica agora no player do vídeo e vem assistir a cena completa, bem explícita e sem cortes.