Contos Erotico

Punheteiro Safado se Exibindo no Mictório da Rodoviária de Campinas – Quase Foi Pego Gozando pra Caralho

Fala meus lindos, vou te contar a putaria mais pesada que eu já vivi. Depois de me deixar melar a cara de porra na praça, eu perdi totalmente o controle. Meu vício em banheiro público virou obsessão de vez. Cabine escura e buraco na parede já não bastava mais. Eu queria era me expor de verdade, sentir o risco de alguém me flagrar batendo punheta bem no meio do movimento.

Escolhi o banheiro da rodoviária de Campinas numa quarta-feira à noite, horário de pico, cheio de gente indo e vindo. Cheguei sem cueca, pau já meia bomba só de imaginar a safadeza. O lugar era nojento pra caralho: chão molhado de mijo, paredes sujas, cinco mictórios velhos sem nenhuma divisória. Perfeito pro que eu queria.

Fiquei um tempo só observando, coração martelando no peito enquanto o tesão subia. Quando o banheiro esvaziou um pouco, fui pro mictório do canto, abri a calça e tirei a rola dura pra fora. Dezessete centímetros latejando no ar, cabeça rosada brilhando. Comecei devagar, só pra sentir o perigo.

Aí os caras começaram a entrar. Um de terno, um motoboy, um coroa barrigudo… cada um mijando do meu lado enquanto eu tentava disfarçar a punheta. O risco de ser pego fazia meu cu piscar de tesão. Teve um que até comentou que eu tava demorando pra mijar, deu uma olhada na minha rola dura e riu. Quase gozei ali mesmo.

Mas o ápice foi quando um negão forte de uniforme entrou. Ele viu meu pau exposto, riu e mandou eu bater enquanto ele olhava. Eu obedeci. Punhetando forte bem na frente dele, gemendo baixo. Ele pegou na minha rola, bateu gostoso e me levou ao limite. Gozei pra porra toda, jatos grossos acertando o mictório e o chão enquanto o medo de alguém entrar me deixava louco.

Foi sacanagem pura, sem vergonha nenhuma, no meio do perigo real. O tipo de contos erotico que deixa qualquer punheteiro safado com a rola latejando do começo ao fim.

Quer sentir essa putaria completa, ouvir cada gemido, cada som molhado e cada risco de quase ser pego? Clica no play agora e se joga nessa onda imunda comigo.

Punheta Bruta de um Desconhecido no Banheiro da Rodoviária – Gozei na Mão de um Cara que Nunca Vi na Vida

Porra, depois daquela loucura no Tietê eu não conseguia mais bater punheta sozinho em casa. Meu pau endurecia só de lembrar do tesão de ser visto, de gozar sabendo que um filho da puta tava ali espiando. Eu precisava de mais. Precisava sentir uma mão alheia na minha rola, um toque bruto, diferente do meu.

Decidi mudar o esquema e fui pra rodoviária de Jundiaí num domingo à tarde. O calor tava insuportável, o asfalto queimando, e o banheiro masculino era um buraco nojento no fundo do prédio: três cabines apertadas, mictórios quebrados e um cheiro forte de mijo seco misturado com suor velho que já deixava meu cacete latejando dentro da cueca.

Entrei na cabine do meio, tranquei a porta, baixei a calça e tirei o pau pra fora. Ele já tava meia bomba, quente e pesado. Passei lubrificante bem devagar, sentindo o gel escorrer pelas veias enquanto eu começava a me punhetar bem gostoso. As paredes finas tinham rabiscos de pica, números de telefone e um buraco mal feito na divisória que eu não tirava o olho.

Não demorou muito. Ouvi passos pesados, a porta da cabine ao lado fechando e o barulho de cinto sendo aberto. Meu coração disparou, mas eu continuei batendo. Pelo buraco vi a sombra se mexendo. O cara não falou nada no começo. Só enfiou dois dedos grossos pelo glory hole, mexendo como se estivesse me chamando.

Eu colei minha rola no buraco e senti na hora: uma mão grande, calejada, agarrou meu pau com força bruta. Caralho, que pegada diferente da minha. Dedos grossos apertando forte, subindo e descendo, espalhando o lubrificante e fazendo um barulho molhado que ecoava na cabine. Ele me punhetava devagar no início, depois acelerou, apertando a base, puxando o saco, me fazendo gemer baixo feito um puto no cio.

Eu imaginava ele do outro lado: talvez um caminhoneiro suado, talvez um pedreiro com a calça suja de obra. Não importava. O que me deixava louco pra caralho era saber que um completo desconhecido tava ali, batendo minha rola com vontade, me levando pro limite naquele banheiro imundo.

Ele alternava o ritmo, ora rápido, ora lento, esfregando o polegar na cabeça melada enquanto eu tremia inteiro. Meu cu piscava sem parar, mas eu me segurei. Hoje era só a mão dele. E já tava bom demais.

Quando ele mandou eu gozar na mão dele, meu pau inchou e eu explodi. Jatos grossos de porra voaram pela divisória enquanto ele grunhia do outro lado, gozando junto. O cheiro de leite fresco ficou forte no ar.

Limpei tudo, subi a calça ainda com as pernas moles e saí dali com um sorriso safado no rosto, o corpo ainda formigando de tesão.

Essa foi uma das punhetas mais brutas e safadas que já levei na vida.

Se você curte contos erotico bem safados e sem frescura, clica no player abaixo e se joga nessa putaria até o final.

A sacanagem continua na próxima parte, ainda mais pesada.

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Mão de Desconhecido Me Punhetou Até Eu Gozar no Banheiro da Rodoviária de Jundiaí

Porra, depois daquele sábado louco no Tietê onde um cara me viu batendo punheta e quase gozou só de olhar, eu não conseguia mais parar de pensar naquilo. Meu pau endurecia do nada só de lembrar do cheiro de mijo, suor e tesão misturado naquele banheiro imundo. Eu precisava de mais. Não era pra dar o cu pra qualquer um, meu rabo é exigente pra caralho, mas uma mão extra na minha rola, um toque bruto de um estranho… caralho, isso me deixava louco só de imaginar.

Na semana seguinte peguei e fui pra rodoviária de Jundiaí, pertinho da minha cidade. Cheguei num domingo à tarde, sol queimando o asfalto, calor fazendo a camiseta grudar nas costas suadas. O banheiro masculino era um cubículo nojento no fundo do prédio: três cabines apertadas, mictórios quebrados e uma pia pingando água marrom. O cheiro era foda: mijo seco, suor velho e aquele restinho de cloro que não limpava porra nenhuma. Meu cacete já começou a latejar na cueca só de sentir aquele clima de puteiro público.

Entrei com a mochila no ombro, fingindo naturalidade, tranquei a cabine do meio, baixei a calça e tirei o pau pra fora. Ele já tava meia bomba, quente e pulsando. Passei lubrificante, comecei a bater devagar, curtindo o som molhado enquanto olhava pro buraco mal feito na divisória. Não demorou muito e ouvi passos pesados. Um cara entrou na cabine ao lado. Meu coração disparou, mas eu não parei de me masturbar.

Pelo buraco vi a sombra dele. Ele soltou o cinto e eu bati o pé no chão, aquele sinal safado. O filho da puta respondeu na hora: enfiou dois dedos grossos pelo buraco, mexendo como se me chamasse. “Quer rola aí?”, perguntou com voz rouca e sotaque do interior. “Quero mão porra”, respondi e colei meu pau no buraco, deixando a cabeça melada encostar na madeira lascada.

A mão dele era grande, calejada, agarrou minha rola com força bruta. Puta que pariu, que pegada diferente da minha! Dedos grossos apertando forte, subindo e descendo devagar no começo, espalhando o lubrificante. Ele murmurava “que pau gostoso do caralho” enquanto batia uma pra ele também. O som molhado das duas punhetas ecoava na cabine. Eu gemia baixo, pernas moles de tesão, segurando a parede pra não cair.

Mandei ele bater mais rápido e o puto obedeceu. O lubrificante fazia um chape chape alto pra caralho. Ele apertava a base, puxava o saco, massageava o prepúcio com o polegar me fazendo tremer inteiro. Meu cu piscava sem parar, mas eu me segurei – era só a mão dele hoje. “Tá gostando seu safado?”, perguntou. Eu gemi alto, sem ligar se alguém ouvia.

“Goza pra mim, vai, enche minha mão de leite”, ele mandou com voz grossa. Foi o estopim. Meu pau inchou, o saco subiu e eu gozei pra porra, jatos grossos escorrendo pela divisória. Ele grunhiu do outro lado e gozou também, pelo som molhado. Depois limpamos tudo, ele disse “valeu mano” e saiu. Fiquei ali com o coração acelerado, cheiro de porra fresca no ar e um sorriso safado na cara.

Essa punheta de desconhecido no banheiro fedido da rodoviária foi um soco de adrenalina pura. Se você curte contos erotico bem safados e cheios de putaria real, clica agora no player do vídeo e se joga nessa delícia sem frescura. A sacanagem continua na próxima, mas por enquanto aproveita essa aqui até o final.

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Contos Erotico — Banheiro Público Virou Puteiro e Eu Gozei pra Caralho com o Desconhecido Espiando

Fala sério, porra. Eu sou aquele filho da puta safado que ninguém nota na rua, magrelo, desleixado, cara de quem só quer mijar. Mas por dentro eu sou um punheteiro nato, daqueles que transformam qualquer banheiro público fedido num puteiro particular só pra bater uma punheta bem safada.

Todo fim de semana eu pego o busão pra capital só pra invadir o banheiro do terminal Tietê. Aquele lugar imundo, com cheiro forte de mijo velho, azulejo rachado, chão molhado e paredes rabiscadas de pica e telefone de viado. Caralho, só de entrar ali meu pau já acorda latejando dentro da cueca samba-canção. O tesão vem do proibido, do sujo, do errado pra cacete.

Chego cedo, sento na cabine do fundo, baixo a calça até o joelho e tiro minha rola de dezessete centímetros pra fora. Já tá meia bomba só com o cheiro de merda mal lavada e picha seca nas paredes. Jogo lubrificante na mão, começo a esfregar devagar, sentindo ela pulsar quente e melada. Fecho os olhos e deixo a imaginação correr solta enquanto o movimento do banheiro vai e vem lá fora.

Bato punheta ouvindo o barulho molhado do gel, apertando as bolas e gemendo baixinho. De vez em quando alguém bate na porta e eu rosno “tá ocupado, porra” sem parar de masturbar. O tesão de estar ali no meio de um monte de macho desconhecido me deixa louco. Meu cu pisca, o pau incha, mas hoje eu tô só no modo punheta mesmo.

Aí eu ouço passos parando bem na frente da cabine. Olho pelo buraco improvisado na porta e vejo a sombra. O cara tá ali, parado, olhando. Meu coração dispara, meu cacete dá um pulo na mão. Eu sei que ele tá me espiando bater uma. Levanto o pé, dou um sinal leve na porta e o safado não vai embora. Escuto ele mexendo na calça do outro lado.

Aumentei o ritmo, batendo mais forte de propósito pra ele ouvir o som da pele molhada. Imaginei ele tirando a rola grossa e melada ali fora. Meu saco subiu, as pernas tremeram e o orgasmo veio como um soco. Gozei pra porra toda, jatos grossos voando na porta, no chão e no vaso enquanto eu gemia alto demais. O cara do outro lado soltou um “puta merda” abafado antes de sair correndo.

Fiquei ali ofegante, pau ainda pingando, coração na boca, limpando a bagunça com lenço umedecido. Saí do banheiro com aquele cheiro de porra misturado com mijo no ar e um sorriso safado no canto da boca.

Esse foi só o começo da sacanagem imunda.

Contos erotico como esse aqui são feitos pra deixar qualquer um com a rola na mão.

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Beijos safados.

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Contos Erotico — Encontro do Tinder que Virou Foda Selvagem com o Médico Gostosão

Eu tava louco pra contar essa putaria que rolou depois de um match no Tinder. O cara é um moreno alto, corpo definido de academia, 25 anos, recém-formado e cheio de tesão acumulado. Ele baixou o app por curiosidade e logo caiu num match que fez o pau pulsar na hora: um médico de 28 anos, olhos verdes que hipnotizam qualquer um, daqueles que olham e você já imagina a boca trabalhando.

As mensagens começaram leves, mas o flerte esquentou rapidinho. O doutor foi direto: “Que tal um drink pra gente se conhecer melhor?” E não parou por aí. Logo veio a proposta safada: “E se além do drink a gente esquentar a noite pra valer?” O moreno sentiu aquele frio gostoso na barriga misturado com o pau endurecendo só de ler. Aceitou na hora. O encontro estava marcado e a noite prometia virar bagunça.

Ele se arrumou pra impressionar: camiseta branca colada marcando o peitoral malhado, jeans apertado que deixava a bundinha empinada em evidência e um perfume viril que chamava atenção por onde passava. Chegou primeiro no bar, escolheu um canto discreto. Quando o médico apareceu, impecável de camisa azul celeste combinando com aqueles olhos, o clima já ficou pesado. Sentaram lado a lado, os elogios vieram com sorrisos safados e as mãos começaram a explorar discretamente por baixo da mesa.

Depois de uns drinks e risadas, a tensão sexual ficou insuportável. O moreno sussurrou no ouvido do doutor que tava louco pra mamar aquela rola. O médico engoliu em seco, deu um sorrisinho e sugeriu irem pro apartamento dele ali perto. Assim que entraram, as roupas voaram. Beijos molhados, mãos percorrendo corpos suados, cuecas sendo arrancadas. O pau do médico saltou duro e veioso, e o moreno não perdeu tempo: se ajoelhou e começou a chupar com vontade, lambendo cada centímetro, sugando fundo enquanto o doutor gemia e segurava sua cabeça.

Eles inverteram, o médico retribuiu com a mesma fome, engolindo a rola até as bolas. Gemidos ecoavam pelo apartamento. O moreno tomou o controle, virou o doutor de quatro, lambeu aquele cuzinho apertado e meteu devagar no começo, depois com força, socando fundo enquanto chamava ele de putinha. O médico pedia mais, rebolava pedindo rola, o quarto só com o barulho de pele batendo e gemidos altos. Punheta, estocadas intensas, provocação pra prolongar o prazer. Quando gozou, o moreno encheu o cuzinho quente do doutor, e o médico gozou logo depois, jorrando tudo.

Os dois caíram na cama, suados, ofegantes, corpos entrelaçados, ainda sentindo o tesão latejando. Foi uma foda bruta, gostosa e inesquecível que começou num simples match e virou noite inteira de putaria sem limites.

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