Eu tava no boteco trocando ideia com o parceiro quando senti um toque no ombro e era ela, porra. Aquela travesti linda pra caralho, corpo de dar inveja, perfume que acertava na cara e um sorriso safado que já deixou meu pau mexendo na calça. Conversa vai, conversa vem, ela sentou do meu lado, o clima esquentou rapidinho e eu já tava amarradão. Saímos dali direto pro rolê no carro dela, funk batendo alto, mão atrevida no meu joelho e eu sentindo que a noite ia ser da pesada.
Chegamos no apê dela, um luxo só, vinho na mesa, música ambiente e logo ela começou a sarrar em mim como uma vadia profissional. Nunca tinha ficado com uma trans antes, mas confesso que tava curtindo pra caralho aquela vibe. Ela me beijou com aquela boca quente e macia, tirou minha roupa, chupou meu peito com mordidinhas que me arrepiavam inteiro e desceu pra abrir meu cinto. Quando ela abocanhou meu pau, mano, que boca gulosa da porra. Chupava, lambia, engolia fundo e ainda fazia cara de safada olhando nos meus olhos enquanto eu gemia sem controle.
Aí veio o strip dela, lingerie vermelha cavada, volume na calcinha que dava medo. Quando tirei a calcinha, aquela rola avantajada saltou quase batendo no meu queixo e eu fiquei louco. Ela se posicionou, passou gel no meu cuzinho e foi entrando devagar, depois metendo com força, me arrombando gostoso enquanto dava tapas na minha bunda e me chamava de putinho. Eu pedia mais, gemendo feito uma cadela no cio, sentindo cada centímetro daquela pica veia me alargando.
Depois ela me virou, mamou meu pau enquanto se punhetava, subiu em cima e começou a cavalgar com aquela bunda redonda rebolando sem piedade. Eu gozei jorrando dentro dela, porra escorrendo enquanto ela continuava sentando e gemendo rouca de tesão. Ela gozou logo em seguida, jatos de porra voando pra todo lado. Ficamos suados, ofegantes, rindo das safadezas e ainda rolou um banho juntos onde o clima esquentou de novo.
Mais tarde ela me surpreendeu vestida de enfermeira safadona, me deu massagem, beijos pelo corpo inteiro e a gente se perdeu em mais uma foda intensa na cama até amanhecer. Aquela noite foi insana, corpo colado, gemidos ecoando e prazer que eu nunca tinha sentido.
contoserotico como esse deixam qualquer um com o pau duro só de imaginar. contos erotico cheios de putaria sem frescura são os melhores pra bater uma punheta caprichada. Quando o tesão bate forte, nada melhor que contos erotico bem safados pra acompanhar. E se você curte contos erotico bem explícitos, não perde tempo.
Assiste agora o vídeo completo dessa putaria toda e goza junto com a história.
Eu sou o Marcos, trinta e dois anos, casado com a Ana, morena baixinha de curvas gostosas que trabalha como recepcionista. A gente mora num apê simples num bairro tranquilo, vida normal sabe. Eu sou técnico de UTI, passo o dia consertando computador dos outros e à noite gosto de ficar no meu canto vendo filme ou jogando game. Sexo com a Ana é foda, adoro comer ela, chupar ela até ela gemer alto, mas ultimamente eu tava sentindo um vazio que eu não explicava.
Tudo começou uns meses atrás quando eu tava navegando na internet procurando um pornô pra bater uma enquanto a Ana tava no turno da noite. Eu sempre curti uns sites tipo xvideos e porra, essas paradas, e caí num vídeo que me pegou de jeito. Era uma mina trans loira, alta, corpo perfeito, peitos durinhos e uma bunda que parecia esculpida. Ela tava com um cara moreno fortão e no vídeo ela tava de joelhos chupando o pau dele com uma cara de quem tava amando aquilo. O pau dele era grande, preto lisinho, e ela lambia devagar olhando pra ele antes de engolir tudo.
Eu fiquei hipnotizado mano, não era só a mina, era o pau dele, do jeito que ela mexia a boca que me deixou duro na hora. Baixei o vídeo e salvei no meu HD, uns quinze minutos de pura sacanagem. Nas semanas seguintes eu assistia quase todo dia, batendo uma atrás da outra, gozando forte pra caralho. No começo eu pensava que era por causa dela a loira trans, mas aí um dia caiu a ficha, eu tava olhando mais pro pau dele do que pra ela. Isso me fodeu a cabeça, eu sou hétero porra casado, nunca nem pensei em um homem na vida, mas aquele pau me pegava, eu até lambia os lábios imaginando como seria chupar ele.
Fiquei puto comigo mesmo mano, tipo que merda é essa. Parei de ver o vídeo por uns dias tentando esquecer aquela parada, mas aí sonhei com aquilo, eu chupando um pau, acordando duro e sem dormir mais. Isso me deixou louco, eu tava com raiva, com vergonha, mas o tesão não ia embora. Depois de uma semana voltei pro vídeo batendo uma de novo e admiti pra mim mesmo, eu queria experimentar um pau, nem que fosse só pra tirar isso da cabeça.
Mas como porra, eu não podia sair por aí procurando rola, arriscando minha vida, meu casamento, meu trampo. Tinha que ser discreto seguro. Foi aí que eu lembrei do Craigslist, eu já tinha usado pra vender umas tralhas velhas tipo um sofá que a Ana odiava, mas nunca tinha olhado os anúncios de pessoal. Comecei a fuçar os homem pra homem, vendo como os caras combinavam essas paradas. Tinha de tudo, uns querendo rapidinha no banheiro público, outros pedindo foto do pau logo de cara. Me dava medo mano, parecia perigoso pra caralho, se eu pegasse uma doença, e se me roubassem.
Mas o tesão falava mais alto e eu respondi uns anúncios tipo uns caras casados que pareciam na mesma vibe que eu, curiosos, mas nada sério. Quase ninguém respondia e os que respondiam eram uns brutos querendo chupar e vazar sem nem conversar direito. Eu não tava afim de arriscar minha saúde então coloquei um anúncio, meu casado curioso, quero experimentar com outro casado, tem que ser limpo, fazer teste antes. Ninguém respondeu porra nenhuma. Tentei de novo mudando pra procuro limpo, HIV negativo, e aí vieram umas respostas, mas ninguém topava fazer teste. Eu tava quase desistindo, pensando que era loucura minha, até que vi um anúncio diferente, procuro trans pra trocar experiência, casado discreto, só curiosidade. O cara parecia tranquilo e eu respondi na hora.
Ele me mandou mensagem rápido dizendo que era o Léo, trinta e cinco anos, casado e que já tinha ficado com trans antes, mas nada sério. Perguntou se eu topava encontrar e eu disse que sim, mas não podia não receber em casa. Ele sugeriu um motel baratinho que tinha cabines privativas tipo aquelas com filmes adultos e eu topei. Nunca fiz nada com homem ou trans, mas quero tentar um boquete se rolar, eu escrevi e ele respondeu beleza eu te guio, encontro em uma hora. Meu coração disparou mano, mas eu disse sim.
Cheguei no motel de carro, o estacionamento quase vazio, e fiquei esperando nervoso pra caralho. Uns minutos depois um cara chegou numa moto, estacionou e acenou pra mim. Era o Léo, mais baixo que eu, um e setenta e cinco eu acho, magro, cabelo curto preto, camiseta polo e calça jeans. Ele desceu, me cumprimentou com um aperto de mão firme e vi que ele tava tão tenso quanto eu. E aí Marcos bora, ele perguntou apontando pro motel. Bora eu disse tentando parecer calmo.
Entramos, pagamos a cabine e a mina da recepção uma magrela com cara de quem já viu de tudo nem olhou pra gente direito. A cabine era pequena, luz fraca, uma TV com porno rolando, um sofá encardido e um banheiro no canto. Léo trancou a porta e me olhou sorrindo de leve, relaxa cara, a gente vai no teu tempo, ele disse. E eu senti o coração na boca.
Aí ele me contou que não era ele que eu ia encontrar, eu trouxe uma amiga, a Bia ela é trans, topa te ajudar nessa curiosidade, tá no quarto ao lado, quer conhecer. Eu gelei, mas o tesão falou mais alto. Beleza chama ela, eu disse. E ele saiu rapidinho voltando com a Bia. Mano ela era foda, sei lá um e setenta de altura, cabelo loiro liso até os ombros, pele morena, corpo magro mas com curvas, vestindo um vestido justo vermelho. Oi Marcos prazer, ela disse com voz suave e me deu um sorriso que me deixou sem chão.
A gente sentou no sofá e eles começaram a conversar comigo tipo pra me deixar à vontade. Bia perguntou da minha vida, do meu trampo, da Ana e eu fui abrindo o jogo contando como cheguei ali por causa do vídeo. Então tu quer chupar um pau né, ela falou rindo de leve e eu confirmei vermelho pra caralho. Relaxa eu te mostro como é, ela disse e o Léo ficou do lado só assistindo.
Nesse contos erotico eu senti o tesão misturado com o medo de foder tudo, meu coração batendo na garganta, olhando pra Bia e pro Léo enquanto a TV no fundo rolava um pornô que eu nem prestava atenção.
A Bia tava sentada do meu lado, pernas cruzadas, o vestido vermelho subindo um pouco e mostrando as coxas lisinhas. O Léo tava na outra ponta encostado no braço do sofá me olhando com uma cara de quem sabia que eu tava nervoso pra caralho. Então Marcos como tu quer começar essa parada, a Bia perguntou com aquele tom tranquilo que me deixava mais calmo mesmo com a cabeça a mil.
Sei lá mano eu nunca fiz isso tô curioso mas tô com medo de foder tudo, eu disse esfregando as mãos suadas na calça. Ela riu um som leve que quebrou o gelo, relaxa eu já passei por isso com os caras antes, a gente vai devagar tu manda no ritmo. O Léo assentiu botando a mão no meu ombro é isso aí cara a Bia é de boa ela te guia eu só vim pra te dar um apoio moral mas se tu quiser eu saio. Eu balancei a cabeça rapidão não fica aí tô mais tranquilo com tu por perto.
A gente ficou conversando um tempo tipo pra eu me acostumar com a ideia. A Bia contou que ela era de uma cidade pequena que saiu de casa aos dezoito quando começou a transição e agora aos vinte e seis vivia sozinha fazia uns bicos como maquiadora e às vezes encontrava caras como eu curiosos pra ajudar a descobrir as coisas. Eu gosto de ver um cara hétero se soltando sabe é tipo um poder que eu tenho, ela disse rindo e eu ri junto mesmo ainda sentindo o estômago embrulhado.
O Léo falou um pouco dele também que era casado há sete anos tinha uma filha pequena e que já tinha experimentado umas paradas com trans antes mas nunca com homem. Minha mulher não sabe óbvio mas eu curto essa adrenalina. E tu Marcos como tu esconde isso da tua mina, ele perguntou. Eu suspirei coçando a nuca a Ana trabalha muito de noite eu fico sozinho em casa ela nem desconfia mano mas eu fico com peso na consciência tipo eu amo ela pra caralho mas essa curiosidade tá me comendo vivo.
A Bia botou a mão na minha coxa um toque leve e me olhou nos olhos ó Marcos tu não tá traindo ninguém aqui tu tá só vendo quem tu é sacou se tu curtir beleza se não tu volta pra tua vida normal e pronto. Aquilo me acalmou um pouco e eu senti o calor da mão dela subindo um grau no meu corpo. Valeu Bia então tipo como a gente faz essa parada, eu perguntei.
Ela sorriu se levantando do sofá e ficando na minha frente. Primeiro tu relaxa eu vou te mostrar como é e tu decide se quer ir além. O Léo ficou quieto só assistindo enquanto a Bia começou a mexer no vestido subindo ele devagar até mostrar a calcinha preta que marcava um volume discreto. Meu coração disparou mano era tipo o vídeo que eu via só que real pra caralho.
Nesse contos erotico o tesão tava no auge, eu tava ali pronto pra dar o passo que mudaria tudo, o corpo tremendo de expectativa e o pau duro pra caralho na calça.
Clica no player do vídeo pra ouvir o contos erotico completo dessa aventura que me virou do avesso sem entregar o final mas te garantindo que é puro fogo.
Eu sou a Aline e eu ensinei minha amiga inocente o que é bom pra caralho nessa vida de putaria. A Ana, minha vizinha de vinte aninhos, sempre teve aquela carinha de santa que não quebra um prato, com cabelos cacheados caindo pelas costas, sorriso tímido mas um olhar curioso que entregava que ela queria descobrir o mundo das delícias safadas. Eu com meus vinte e três anos, mais descolada e vivida, percebi que ela tava precisando de uma ajudinha pra conhecer umas coisas mais apimentadas e quentes da vida, porra.
A gente tomava uma cervejinha na laje, eu falando pra ela relaxar, se soltar e sentir o que a vida tem de bom pra oferecer. Ela ria meio sem jeito, passando a mão nos cabelos, e dizendo que nem sabia por onde começar. Eu dizia deixa comigo Ana, vou te ensinar umas coisas que vão fazer você ver estrelas, caralho, e ela ficava toda vermelhinha mas com os olhinhos brilhando de curiosidade pura.
E aí naquele papo regado a risadas e olhares maliciosos eu sabia que tava plantando uma sementinha da curiosidade na cabeça inocente dela. Era só uma questão de tempo pra ela querer mergulhar de cabeça nessa aventura de tesão sem limites.
Num sábado de lua cheia chamei a Ana pra fazer um esquenta lá em casa à noite. Prometia ser uma noite inesquecível e eu tava toda animada pra ser a professora daquela aula particular de prazer. Ela apareceu com um vestido florido que destacava cada curva do corpo dela e eu não pude evitar de soltar um assobio brincando que tava querendo causar infarto por aí.
Coloquei uma música ambiente dessas que fazem o corpo se mover sem a gente nem perceber e servi umas caipirinhas. A gente começou a dançar meio desengonçadas no começo mas logo o álcool e a vibe foram tomando conta do jeito safado. Eu vi a Ana se soltando, jogando os cabelos e o clima foi esquentando pra caralho, o ar ficando pesado de desejo.
Cheguei mais perto, sussurrei no ouvido dela pra relaxar e seguir meu movimento. Ela me olhou mordendo o lábio inferior e a gente já não tava só dançando. Nossos corpos começaram a falar a mesma língua de tesão, só de toques, olhares e suspiros que faziam a pele arrepiar de vontade.
A vibe tava ficando cada vez mais quente e a timidez da Ana derretia como gelo no sol. Eu guiava as mãos dela, deixando ela explorar e sentir o fogo que tava acendendo. Ela confessou ofegante que nunca tinha feito nada assim e eu disse só se entrega Ana que eu te mostro o caminho pra putaria mais gostosa.
Eu tava pronta pra ensinar tudo que ela precisava saber e a noite virou um festival de prazer e descobertas. O quarto se transformou no nosso cantinho particular onde a gente mergulhou de cabeça nas sensações novas e quentes. Nesse contos erotico eu mostrei pra ela como o corpo pode enlouquecer de tesão quando se solta de verdade.
Eu adorei ser a guia dela nessa jornada, vendo ela se abrir, se entregar e descobrir um lado que ela nem sabia que existia. A Ana tava aprendendo rápido, ficando mais ousada e faminta por mais prazer a cada minuto que passava. Nesse contos erotico a transformação foi linda, da menina tímida pra uma mina pronta pra abraçar o tesão sem medo nenhum.
Depois de horas de gemidos e carícias intensas a gente se deitou exaustas mas com um sorriso de satisfação no rosto. A Ana se sentia outra pessoa, pronta pra mais rodadas de putaria gostosa. Nesse contos erotico a conexão que a gente criou foi de outro mundo, mais que uma noite de sexo, foi algo especial e inesquecível.
A lua iluminando o quarto deixava tudo ainda mais mágico e safado, o suor brilhando na pele dela enquanto a gente se perdia nos toques e beijos que não paravam. Porra, ver ela se soltando foi a melhor parte, o jeito que o corpo dela respondia ao meu ensinamento me deixava louca de tesão também. Nesse contos erotico você vai se deliciar com cada detalhe da minha aula particular.
Ao nascer do sol a gente se abraçou sabendo que algo fundamental tinha mudado pra sempre e estava tudo bem. Ela murmurou obrigada por tudo e eu respondi que foi um prazer pra caralho. E nós duas rimos leves e livres.
Clica no player do vídeo pra ouvir essa história e sentir na pele o tesão dessa noite que mudou tudo.
Porra, eu sempre tive uma quedinha por mulheres mas nunca tive coragem de me abrir sobre isso. Tudo mudou quando eu conheci a Laura, a amiga da minha irmã. Ela era linda pra caralho, com seus cabelos negros e longos, olhos castanhos e um sorriso que me deixava sem fôlego e com a buceta molhada na hora.
Ela tinha um corpo escultural, com seios firmes e uma bundinha redondinha que me fazia perder a razão toda vez. Minha irmã e a Laura eram inseparáveis e passavam bastante tempo juntas em nossa casa. Eu tentava disfarçar, mas não conseguia deixar de observar ela o tempo todo, imaginando coisas que me deixavam excitada pra porra.
Eu era a personificação do desejo reprimido, mesmo sabendo que ela era hétero e que eu nunca teria chance com ela. Eu não conseguia controlar meus pensamentos safados, porra. Um dia minha irmã precisou viajar a trabalho e a Laura ficou sozinha em nossa casa. Eu estava no meu quarto quando ela bateu na porta e perguntou se podia entrar com aquele sorriso dela. Meu coração disparou, mas eu tentei manter a calma e disse claro entra aí.
Ela entrou no meu quarto e se sentou na minha cama. Ela começou a falar sobre coisas banais, mas eu mal conseguia prestar atenção no que ela estava dizendo. Eu estava hipnotizada pela beleza dela. Enquanto ela falava, não pude deixar de notar que ela estava usando um vestido curto que realçava as pernas torneadas dela de um jeito insano.
Eu tentava focar na conversa, mas meus olhos insistiam em descer pelo corpo dela, descendo pelos seios, pela cintura, pela bundinha. De repente ela parou de falar e me olhou nos olhos, mas o tesão já tava tomando conta de tudo.
Eu adoro contos erotico que são cheios de desejo e paixão assim, onde a atração é tão forte que você sente no corpo todo.
Esse contos erotico me pegou porque era exatamente o que eu vivia, uma tensão sexual que crescia a cada minuto perto dela.
Nos contos erotico a gente encontra histórias que misturam o proibido com o prazer mais intenso possível.
É por isso que esse contos erotico é especial, porque captura aquele momento em que o desejo explode e tudo muda.
A forma como ela se movia, o jeito que ela ria, tudo me deixava mais louca. Eu tentava disfarçar o constrangimento, mas por dentro eu tava explodindo de desejo. Era uma mistura de medo e empolgação que me consumia.
Eu ficava imaginando tocando ela, sentindo o corpo quente dela contra o meu, explorando cada curva com as mãos enquanto a buceta pulsava de tesão. A casa vazia, o quarto só nosso, o ar pesado de vontade. Eu sabia que aquilo podia virar algo forte, algo que eu nunca tinha vivido.
A Laura era perfeita pra mim, e o pensamento de ter ela ali, tão perto, me deixava à beira de perder o controle total. Eu queria tanto que doía, caralho.
Clica no player do vídeo pra ouvir o áudio inteiro e sentir o tesão.
Caralho, eu sempre fui aquela mina confiante pra porra, com 27 anos, trabalhando como publicitária, 1,68 de pura curvas generosas e pele clara que chama atenção por onde passa. Nunca na minha vida imaginei que ia virar a putinha obediente de alguém, gemendo feito cadelinha no cio só de ouvir uma ordem rouca. Mas foi exatamente isso que rolou quando essa amiga lésbica dominante entrou na minha vida e bagunçou tudo de um jeito que eu não esperava.
Desde o primeiro papo, os olhares dela já tavam me avaliando como se eu fosse um pedaço de carne delicioso pronto pra ser devorado. A gente se conheceu numa festa da firma, conversa fluiu natural, mas no dia seguinte veio aquela mensagem direta que fez meu estômago dar um frio gostoso. Aceitei o café e ali mesmo ela começou a soltar as paradas pesadas, falando das experiências dela e de como adorava mandar nas relações, dominar cada centímetro. Senti a bucetinha latejar na hora, uma excitação safada subindo sem eu conseguir controlar.
Nossos flertes viraram fogo puro rapidinho. Encontros cheios de provocação, toques que iam do respeitoso pro limite da dominação braba. Certa noite no bar, depois de umas taças de vinho, a mão dela deslizou por baixo da saia e eu quase gozei ali mesmo, ouvindo ela sussurrar “relaxa putinha” enquanto me acariciava por cima da calcinha molhada. Voltar pro apartamento dela foi só o começo de noites onde eu me entregava completamente, sendo pressionada contra a parede, beijada com fome e ouvindo que hoje ela ia mostrar quem mandava de verdade.
Contos eróticos assim mexem com a cabeça da gente, né? Porque eu comecei a sentir ciúme pra caralho dela, que é alta, morena, com aquele olhar penetrante que atrai todo mundo. Mas ela sabia exatamente como me testar, como me deixar à beira da loucura com brincadeiras que envolviam venda nos olhos, ordens safadas e um controle total do meu prazer. Eu obedecia feito a cadelinha dela, gemendo baixinho enquanto os dedos dela exploravam minha bucetinha e me levavam ao limite várias vezes antes de permitir o gozo.
Contos eróticos como esse mostram como uma simples amizade pode virar algo muito mais intenso, com toques possessivos, lambidas que fazem o corpo tremer inteiro e uma conexão que vai muito além do físico. Eu me sentia completamente submissa, implorando por alívio, com o corpo arqueando de desejo enquanto ela controlava tudo com maestria, usando vibradores, dedos habilidosos e aquela voz rouca mandando eu aguentar até ela decidir.
Contos eróticos verdadeiros envolvem também os momentos de insegurança, ciúme que aparece do nada e depois é resolvido com beijos intensos, marcas no pescoço e lembretes quentes de que eu sou só dela. A intimidade cresceu tanto que cada olhar, cada toque me levava a lugares novos, com amarrações leves, estímulos duplos que me faziam perder o controle e ondas de prazer que me deixavam exausta e satisfeita pra caralho.
Contos eróticos assim terminam deixando a gente com aquela sensação de pertencimento, de ter encontrado alguém que sabe dominar e cuidar ao mesmo tempo. Eu descobri lados meus que nem imaginava, me entregando de corpo e alma pra essa dinâmica deliciosamente safada.
Se você quer sentir cada detalhe dessa loucura pulsante, clica no player do vídeo agora e vem acompanhar a história completa, gemendo junto comigo.