Eu, um mecânico moreno, alto e forte de 28 anos, pegando a estrada com minha mãe Sandra, aquela vadia de 45 anos que tem um corpão de dar inveja pra qualquer uma. Peitos fartos balançando, bundinha redonda empinada, corpo cheio de curvas que deixa qualquer pau latejando. Ela vestiu uma roupa colada pra caralho que marcava tudo, e eu tentando disfarçar enquanto dirigia, mas meu olhar não parava de cair naqueles peitões e na saia curta subindo pelas coxas grossas.
A viagem começou inocente, mas o clima esquentou rápido pra porra. A música sensual tocando, a estrada escura, e ela relembrando putarias do passado que me faziam imaginar ela gemendo como uma cadela no cio. Parei no posto pra abastecer e os caras babavam nela, chamando de gata. Quando voltamos pro carro, o silêncio ficou pesado, meu pau já latejando dentro da calça. Ela colocou a mão na minha coxa, sussurrou coisas que me deixaram louco, e de repente estava beijando meu pescoço, descendo pra mamar minha rola com aquela boca quente e gulosa, chupando com maestria enquanto eu tentava não perder o controle do volante.
Não aguentei. Encontramos uma estradinha de terra, parei o carro e ela já estava de joelhos na terra, engolindo meu pau fundo, olhos safados me encarando enquanto lambia a cabeça e sugava minhas bolas. Depois se encostou no capô, levantou o vestido e mostrou a bucetinha encharcada, pedindo pra eu comer a putinha da minha mãe. Eu meti a língua nela, chupei aquele mel doce e salgado até ela se contorcer gemendo, aí socei minha rola grossa com força, estocando sem pena enquanto o carro balançava e ela arranhava minhas costas, gritando pra eu foder mais fundo.
No motel de beira de estrada, a putaria continuou pesada. Ela fez um striptease rebolando aquela bunda, depois mamou meu pau de novo olhando nos meus olhos, engolindo até o talo. Eu comi ela de quatro, de lado, no colo, dando tapa na bunda macia e marcando aquela carne. A bucetinha apertava meu pau, quente e molhada, e nós gozamos juntos várias vezes, suados, ofegantes, misturando porra e gemidos no quarto com espelhos. Ela implorava pra eu socar mais forte, me chamava de filho safado enquanto eu enchia ela de leitinho quente.
A noite inteira foi uma sequência de foda insaciável, óleo escorrendo no corpo dela, mamilos duros na minha boca, cuzinho piscando enquanto eu metia na xaninha apertada. Cada estocada mais bruta, cada gemido mais alto, uma mistura de tesão proibido que nos deixou loucos.
Se você curte contos erotico bem safados como esse, clica no player do vídeo aí embaixo e vem gozar junto com essa viagem que virou putaria pura no asfalto e no motel.




