Contos Erotico

Comprando Buceta Molhada no Shopping Larissa Virou Minha Putinha Safada no Provador!

Caralho, eu tava de boa no sofá suando pra porra quando a Larissa entrou rebolando aquele shortinho surrado que mal cobria a bunda gostosa. Sem sutiã, os peitinhos marcando na regata fina, mamilos durinhos me chamando pra brincar. Ela disse que precisava ir no shopping comprar sandália nova e um vestido pra esse calor do caralho de Salvador. Eu já sabia que ia ser tudo menos compras normais.

Falei pra ela tomar banho comigo antes. Ensaboei aqueles seios macios, belisquei os bicos até ela gemer baixinho, desci a mão e lavei aquela bucetinha lisinha que já tava inchando de tesão. Virei ela de costas, empinei o rabinho e enfiei o dedo no cuzinho apertado só pra provocar. Depois ela me lavou, esfregou meu pau duro com as mãos escorregadias, apertou as bolas e ainda roçou no meu cu pra me deixar louco.

No carro pro shopping da Bahia eu já tava com o pau apertando a calça só de olhar pra ela de shortinho jeans curtinho e blusinha soltinha. Primeira parada na loja de sapatos: a vendedora Mariana se ajoelhou na frente da Larissa e eu mandei abrir as pernas. O short subiu, calcinha aparecendo, e a safada esfregou o salto fino na buceta molhada bem na cara da menina. Depois mandei a Mariana lamber o salto pra limpar.

Na loja de lingerie a coisa esquentou de vez. A loira Juliana entrou no provador com a Larissa e em dois minutos as duas tavam peladas. Minha putinha chupou a buceta dela enquanto eu metia fundo por trás, vendo meu pau entrar e sair brilhando. Fiz a Larissa gozar nos dedos dela e gozei jatos grossos no rosto e nos peitos dela, mandando sair assim, toda marcada de porra.

No provador da loja de vestidos rolou a mesma putaria com a vendedora Carla. Larissa de quatro chupando a buceta dela enquanto eu fodia gostoso. No final a Carla ainda liberou o vestido vermelho de graça, rindo com a cara vermelha.

Depois fomos na loja de acessórios. Coloquei coleira no pescoço da Larissa e algemas vermelhas nos pulsos dela. Nos fundos da loja a Beatriz segurou meu pau pra minha namorada chupar algemada, enquanto ela metia os dedos na buceta molhada da safada.

No estacionamento ela não aguentou: subiu no meu colo, puxou o shortinho pro lado e sentou na rola dura, rebolando até gozar tremendo. Chegando em casa tirei tudo, coloquei ela de quatro no sofá, puxei pela coleira e fodi com força até encher de leitinho quente de novo.

Essa ida às compras virou uma putaria sem fim, tesão puro do começo ao fim.

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Putinha Submissa de Macho Safado Me Arrombou o Cuzinho no Motel

Eu sou a Marcela, advogada certinha de 28 anos que de dia usa terninho e à noite vira uma putinha submissa louca por rola grossa de macho mais velho. Minha xaninha depiladinha vive molhada, meus peitinhos firmes pedem pra serem apertados e minha bundinha empinada não aguenta mais ficar sem levar vara bem fundo.

Naquela sexta-feira eu tava no barzinho do centro quando dei de cara com o Ricardo, 45 anos, engenheiro moreno, alto, com aquelas mãos grandes que já me fizeram imaginar ele me segurando firme enquanto me fodia sem piedade. O clima esquentou rapidinho. Ele me olhou com aquele jeito safado e disse que queria me levar pra um lugar mais reservado. Meu coração acelerou e minha bucetinha começou a pulsar de tesão só de pensar no que ia rolar.

Dentro do carro dele eu não perdi tempo. Abri o zíper da calça dele e enfiei aquela rola na boca, sentindo ela crescer dura e latejando enquanto eu mamava gostoso, babando tudo. Ele gemia segurando minha cabeça e mandando eu engolir tudo como a vadia obediente que eu sou. Eu tava tão molhada que minha calcinha já tava encharcada.

Chegamos no motel e a porta mal fechou, ele já arrancou minha roupa toda. Mandou eu ficar de quatro, empinei bem a bunda e ele passou a mão na minha xoxotinha, sentindo o quanto eu tava pronta pra levar. Deu um tapa forte na minha bunda que me fez gemer alto. Depois enfiou o dedo no meu cuzinho, me provocando, me deixando louca de desejo.

Ele me comeu primeiro na buceta, metendo devagar e depois socando forte até as bolas, me fazendo gritar de prazer. Puxava meu cabelo, dominava meu corpo inteiro enquanto eu implorava pra ele me foder mais forte. Eu era dele, uma putinha submissa completamente entregue.

Depois ele mirou no meu cuzinho apertadinho. Colocou a cabeça da rola na entrada, mandou eu relaxar e foi enfiando devagar até me arrombar todinha. A sensação de dor misturada com prazer era insana. Ele metia fundo, dava tapa, puxava meu cabelo e sussurrava no meu ouvido o quanto eu era apertada e safada. Eu gemia feito uma cadela no cio, pedindo pra ele me usar sem dó.

Quando eu gozei tremendo inteira, ele ainda me virou, me fez chupar ele de novo até ficar duro e me fodeu mais uma vez, gozando quente nas minhas nádegas. Eu ainda tava ofegante quando ele mandou eu limpar tudo com a boca, e eu obedeci como a boa putinha que sou, engolindo cada gota do leitinho dele.

A noite foi longa, suada e cheia de safadeza. Meu corpo ficou marcado pelos tapas, pela força dele e pelo tesão que não acabava. Eu nunca tinha me sentido tão dominada e tão satisfeita ao mesmo tempo.

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Contos erotico como esse me deixam ainda mais molhada e pronta pra próxima aventura. Vem assistir e se deliciar com essa foda braba.

Irmão Metendo na Bucetinha da Irmã Mais Nova Até Ela Gozar Gritando

Fala sério, mano, naquela casa o clima esquentava pra caralho toda vez que os pais viajavam. Eu, com meus 23 anos, sempre fui o safadinho da família, mas a Bia, dois anos mais nova, era uma gata de corpo que deixava qualquer pau duro na hora. Peitinhos bicudos, bundinha empinada e uma xaninha depiladinha que eu não conseguia parar de imaginar.

Naquela noite de sexta a casa era só nossa. Ela apareceu com um shortinho minúsculo que mal cobria a bunda gostosa. Sentamos no sofá pra ver filme, mas meu olhar tava grudado naquele rabo. A conversa foi esquentando, ela chegou perto, perfume me deixando zonzo, e de repente a safada perguntou se eu já tinha pensado em ficar com alguém da família. Meu coração quase saiu pela boca, mas o tesão já tava gritando mais alto que a razão.

Relaxa irmãozinho, ela sussurrou com aquele sorrisinho putinha, passando a mão na minha coxa subindo devagar. Eu tentei resistir, mas quando ela me beijou no pescoço e enfiou a mão perto do meu pau, eu me entreguei. Beijo quente, molhado, cheio de desejo proibido. Minhas mãos apertaram aquela bundinha macia enquanto ela gemia baixinho no meu ouvido.

Tirei a blusa dela e caí de boca nos peitinhos duros, chupando e mordiscando enquanto enfiava a mão dentro do shortinho. A xaninha dela já tava molhadinha pra caralho. Meti o dedo, depois dois, fodendo gostoso enquanto ela rebolava pedindo mais. Bia tava louca de tesão, gemendo alto e apertando meu pau por cima da calça.

Ela abriu o zíper, liberou minha rola dura e caiu de boca fazendo uma chupada caprichada. Mamava com gosto, engolindo fundo, me deixando doido. Eu não aguentei e coloquei ela de quatro no sofá. Puxei a calcinha pro lado e meti com força, socando até o talo naquela bucetinha apertadinha. Fodia sem piedade, dando tapas na bunda enquanto ela gritava “isso irmão, fode forte meu rabo”.

A foda tava selvagem, ela rebolando gostoso e pedindo mais estocada. Quando ela gozou apertando meu pau, eu ainda segurei. Depois ela caiu de joelhos e mamei até eu explodir gozando na cara dela. A safada lambeu tudo com cara de puta feliz.

Depois do banho ela trouxe o vibrador que guardava escondido. Sentou no sofá, abriu as pernas e me pediu pra brincar com ela. Fiz ela gozar de novo com o brinquedinho enquanto meu pau voltava a ficar duro. Em seguida ela me mamou gostoso até eu gozar na boca dela.

No final da noite a gente ainda brincou mais, ela sentando na minha cara enquanto usava o vibrador no meu pau. Chupei aquela xoxota molhada até ela gozar na minha boca de novo. Foi uma loucura atrás da outra, desejo proibido virando foda insaciável.

(Contos erotico como esse deixam a gente viciado nessa putaria entre irmãos.)

Depois de tanto gozo a gente se olhou sabendo que tinha cruzado o limite, mas o tesão não deixava parar. Quando os pais chegaram, fingimos que nada tinha acontecido, mas aquele segredo queimava entre nós.

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A noite terminou com a casa em silêncio, mas dentro da gente o fogo continuava aceso. Uma loucura que ninguém mais entenderia.

Vizinho Pausudo Fode Mãe e Filha na Zona Sul de SP – Suruba Incestuosa com Buceta Molhada e Cu Arrombado

Imagina só uma manhã qualquer em São Paulo, céu nublado, trânsito do cacete, e eu, uma gostosa de 35 anos com corpo que ainda faz macho babar, tomando café na cozinha com minha filha Júlia, 21 anos, uma vadia com curvas de dar inveja e boca suja pra caralho.

De repente ela entra toda sorridente e solta: “Mãe, cê não vai acreditar, o novo vizinho do 74 é um pedaço de mau caminho, moreno alto, braços fortes e um volume na calça que já mostra que o cara é pausudo pra porra.” Eu ri, mas já senti a bucetinha piscar de curiosidade. A gente sempre foi aberta pra safadeza, conversa sobre pica, buceta, tudo na cara.

A campainha tocou e Júlia voltou com um sorriso de quem já tava molhada: era ele, o Rodrigo, o vizinho tesudo pedindo uma ferramenta. Quando eu vi o cara na sala, porra, o sujeito era um espetáculo. Alto, cheiro de macho, sorriso safado e aquela pica marcando forte na calça. O clima esquentou na hora. Júlia começou a flertar descaradamente, eu observava meio excitada, sentindo o tesão subir.

Ele não perdeu tempo e soltou que tinha encontrado algo bem mais interessante que martelo. Minha filha, sempre a mais atirada, passou a mão no braço dele e já ofereceu “algo mais forte”. Rodrigo olhou pra nós duas com aquele olhar que devora e disse que curtia aventura. O papo foi ficando cada vez mais quente, pernas cruzando, decote aparecendo, bucetinha pulsando.

Logo a gente tava no quarto da Júlia. Ela beijou ele primeiro, língua pra dentro, enquanto eu já sentia a rola grossa dele por baixo da calça. A vadia se ajoelhou, abriu o cinto e soltou um “nossa mãe, olha o tamanho dessa pica, tá babando de tesão”. Eu me juntei e nós duas fizemos uma chupeta caprichada, uma lambendo a cabeça, outra chupando as bolas, revezando, engolindo fundo, fazendo barulho de puta safada. Rodrigo gemia “caralho, vocês são incríveis, chupem minha pica gostoso”.

Depois a coisa pegou fogo de verdade. Júlia deitou, abriu as pernas e pediu pra ele meter naquela bucetinha dela. Eu chupei o grelinho enquanto ele socava forte, ela gritando “mete gostoso, fode essa buceta”. Troquei de lugar, ele me fodeu com força, pica grossa entrando fundo, enquanto Júlia lambia meu clitóris. Gozei pra caralho na rola dele, tremendo toda.

Ainda não tava satisfeito. Júlia empinou a bunda redonda e pediu no cu: “fode meu rabo agora, arromba esse cuzinho”. Rodrigo meteu com tudo, dando tapa na bunda, socando sem piedade enquanto eu beijava ela. Ele gozou enchendo o cu dela de porra quente. Depois rolou mais, eu cavalgando, ela debaixo lambendo, posições loucas, gemidos, porra e prazer até a tarde.

Essa foi a foda mais insana que já rolou aqui em casa. O vizinho pausudo virou nossa nova diversão favorita.

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O Refúgio Proibido do Papai – A Putinha do Bairro Foi Fodida Sem Misericórdia.

E aí, eu sou a Aline, a putinha safada do subúrbio que todo mundo conhece. Sempre fui louca por uma rola grossa e uma buceta molhada, sem frescura. Tudo começou nas vielas onde o pagode e o funk batiam forte, eu na janela só esperando um olhar safado da minha vizinha Cássia, aquela morena de 25 anos com bundinha empinada que me deixava a xana latejando.

Ela trabalhava no salão ali perto e toda vez que passava eu ficava babando, imaginando chupar aqueles peitos e enfiar a língua bem fundo na boceta dela. Mas tinha também o seu Jorge, coroa malhado de cinquenta anos, pedreiro daqueles com braço forte e barba rala que fazia qualquer mulher sonhar em ser arrombada por ele. Eu vivia fantasiando aquele pauzão me rasgando.

E o papai? Ah, o refúgio da história. Seu Carlos, dono da oficina, alto, forte, cheio de tattoo, jeito bruto mas com aquela pegada que me deixava molhadinha só de olhar. Ele já tinha percebido meu jeitinho devasso e vivia dando aqueles toques: “cuida dessa bundinha, hein Aline, não fica dando mole por aí”.

Eu e a Cássia começamos a nos pegar escondido, beijo quente, mão na buceta, aquela química safada que fazia o mundo parar. Até que seu Jorge nos pegou no flagra e entrou na brincadeira. O clima ficou pesado, cheio de tesão e perigo. Enquanto isso, papai sem saber de nada começou a se aproximar da Cássia e eu sentia um ciúme misturado com uma vontade louca de ver tudo.

No dia seguinte, saindo pra dar um role, cruzei com seu Jorge no caminho. Ele me puxou pro beco, me chamou de putinha de primeira e eu já fiquei com a pepeca pingando. A boca dele no meu pescoço, as mãos apertando minha bunda, a rola dura pressionando minha barriga… eu me ajoelhei ali mesmo e comecei a mamar aquele pauzão com vontade, engolindo até o fundo.

Mas aí veio o tapa na cara da realidade. Uma voz conhecida interrompeu tudo. Era papai, olhos arregalados, vendo a filha dele de boca cheia de rola alheia. O mundo desabou. Seu Jorge saiu correndo e eu fiquei sozinha com ele, coração disparado, buceta ainda latejando.

Ele me levou pra casa puto da vida, mas quando a porta fechou, o olhar mudou. Aquele olhar safado que eu nunca tinha visto. Me prensou contra a parede, sussurrou no meu ouvido que eu era mesmo uma putinha e me deu um beijo que queimou tudo. As mãos dele apertando minha bundinha, descendo pra minha xaninha molhada… foi o começo do nosso refúgio secreto.

Papai me comeu com força no sofá, me chamou de putinha deliciosa, me fodeu de quatro, gozou dentro de mim enquanto eu gozava gritando. Depois ainda teve mais, boca, mão, dedo no cuzinho, tudo bem gostoso e proibido. A noite inteira foi pura putaria entre pai e filha.

Se você curte contos erotico bem safados, cheios de incesto, putaria sem limite e muita rola e buceta, não perde tempo. Clica no player do vídeo agora e vem gozar comigo nessa história quente pra caralho.