Imagina só esse magrelo de vinte e oito anos, cabelo bagunçado, barba rala, jeitão desleixado que ninguém olha duas vezes na rua, mas por dentro é um punheteiro nato completo, daqueles que vivem caçando sacanagem em qualquer canto. Todo fim de semana ele larga a cidadezinha do interior de São Paulo, pega o busão lotado e vai direto pro terminal Tietê na capital, não pra passear nem ver parente, mas pra invadir o banheiro masculino do canto direito, perto das plataformas de embarque. Aquele lugar caótico pra caralho, povo se espremendo entre malas, ônibus barulhentos, gritaria de camelô, e o banheiro grandão com dez cabines, mictórios velhos, azulejo rachado, chão molhado de mijo e paredes rabiscadas cheias de pica desenhada e telefone de quem quer rola. Iluminação meia boca, tudo escuro e perfeito pra putaria discreta.
Ele chega cedo, tipo sete da manhã, quando o movimento tá esquentando e o cheiro de mijo velho misturado com desinfetante barato já dá um tesão do caralho que nem dá pra explicar. É o proibido, o sujo, o errado que faz o pau acordar na hora, latejando dentro da cueca samba-canção que facilita tudo. Ele entra fingindo que vai só mijar, coração acelerado, cacete meia bomba, vai direto pra cabine do fundo, tranca a porta, baixa a calça jeans até o joelho, senta no vaso encardido sem ligar pro nojo, pelo contrário, aquele fedor de merda mal lavada e picha seca nas paredes deixa ele mais louco ainda.
Tira o pau pra fora, rola comum de uns dezessete centímetros meio torta pra esquerda, cabeça rosada que brilha quando lubrifica, já duro só de imaginar. Abre o vidrinho de lubrificante que carrega escondido, joga uma quantidade boa na mão, o gelzinho frio escorre pelos dedos e ele começa a esfregar devagar, sentindo pulsar. Fecha os olhos, solta a imaginação com motoboy suado de uniforme apertado marcando volume na frente, pensa no cara entrando ali, abaixando a calça e mostrando caralho grosso cheio de veia. O kit punheta tá completo, pacotinho de lenço umedecido na mochila, e o tesão só cresce com o movimento do banheiro: caras mijando nos mictórios, lavando mão na pia, batendo na porta da cabine e ele respondendo rouco que tá ocupado, sem parar o vai e vem molhado da pele.
O tesão de fazer isso no meio de um monte de macho desconhecido, apertando as bolas, puxando o saco, gemendo baixinho pra não fazer barulho demais, enquanto o lugar vai e vem. Aquele cheiro imundo, o proibido, o errado, tudo junto faz o pau inchar, a cabeça vermelha brilhando, e a adrenalina de saber que ali é o puteiro particular dele. É o tipo de rolê que começa pegando fogo, com o coração na boca e o pau na mão o tempo inteiro, transformando um banheiro público fedido em algo quente pra caralho que ninguém espera.
Essa parte um é só o começo dessa sacanagem imunda que não para por aí, cheia de cheiro de tesão no ar e putaria que deixa qualquer um com o pau latejando junto. Pra sentir cada segundo dessa loucura suja e quente que vai te deixar louco, clica agora no player do vídeo e mergulha de cabeça nesse contos erotico que tá pegando fogo desde o primeiro minuto.




