Saí do trampo toda suada, com aquela saia coladinha marcando a bunda e o top apertado deixando meus peitinhos bicudos quase pulando pra fora. Os caras na rua já mandavam olhar safado, mas eu só pensava em uma coisa: chegar na casa do meu coroa e dar pra ele sem frescura. Fazia tempo pra caralho que eu não sentia aquela rola veiuda me arrombando direitinho.
Cheguei batendo na porta, ajustei o decote e quando ele abriu, o velho safado já me olhou de cima a baixo com aquela cara de quem tava louco pra me comer. Dei um abraço apertado, entrei no barraco bagunçado e logo soltei que tava com saudade de algo bem mais quente que cerveja gelada. Sentei no sofá velho do lado dele e o clima pesou rapidinho.
Ele começou deslizando a mão calejada pela minha coxa, subindo devagar até levantar a saia e tocar minha bucetinha depilada. Eu já tava molhadinha pra porra. Gemi baixinho enquanto ele chupava meu peitinho, lambendo o bico com vontade. Minha mão foi direto pra dentro da calça dele, peguei aquela pica grossa e dura, comecei a bater uma punheta gostosa antes de descer a boca e mamar até o talo, babando tudo.
O coroa não aguentou, me colocou de quatro no sofá e meteu a língua na minha xana, chupando meu grelinho até eu tremer inteira. Depois esfregou a rola na entrada do meu cuzinho apertado, cuspiu e foi enfiando devagar, me alargando todo. A dor misturada com prazer era foda demais. Ele segurou meu cabelo, socou fundo e começou a me foder com força, batendo pele com pele enquanto eu gemia feito uma puta no cio.
Mudei de posição, subi em cima dele, alinhei a piroca latejando na minha buceta encharcada e desci de uma vez, engolindo tudo. Cavalguei gostoso, rebolando a bunda enquanto ele apertava meus peitos e dava tapa na minha raba. O sofá rangia pra caralho, o cheiro de sexo tomava conta da sala. Ele me virou de novo, me fodeu de ladinho, depois de frente na parede, metendo sem parar até eu sentir o orgasmo subindo forte.
Gozei loucamente no pau do meu pai, apertando ele inteiro enquanto ele enchia meu cuzinho de porra quente. Depois ainda desci pra mamar o resto, chupando cada gota daquele leitinho grosso. A gente ficou ali agarradinho, suados e ofegantes, sabendo que aquela putaria toda era errada pra porra, mas gostosa demais pra parar.
Esse foi um daqueles rolês que me deixaram com a xana latejando o dia inteiro. Se você curte contos eróticos bem safados e sem limite, clica agora no player do vídeo e vem acompanhar cada gemido, cada estocada e cada gozada bem de perto.




