11 tipos de companheiras tóxicas que se pode encontrar no trabalho | Vida

O trabalho é o melhor cenário do que observar a grande personalidade feminina. Você tem colegas venenosos ou irritantes? Aprenda a reconhecê-las… e a lidar com elas.

1. A secretaria veterana

Como age. Observa seus movimentos, conheça seu histórico de trabalho (e sentimental!) e resopla se você não sabe preencher algum documento.

O seu ponto fraco. Esse chefe que sempre a chama de “Amparito” e diz que continua tão bonita.

Como lidar com ela. Nem te ocorra gruñirle! Siga os conselhos de Esther Martinez, psicóloga, coach e analista comportamental de Bordo Consulting: “É sistemática, maduro e tem medo de que critiquem seu trabalho. Fala-lhe com voz controlada, direta e amigável; não invadas o seu espaço e mírala os olhos”.

2. A companheira sem identidade

Como age. Você conta com detalhe dos detalhes de sua visita ao ginecologista e discute com seu namorado, a voz em grito por telefone.

O seu ponto fraco. Toda bocazas tem um grande segredo. Pode ser um amor escondido no escritório ou em uma paixão desenfreada pelo macramê. Se você descobrir, estará em suas mãos.

Como lidar com ela. Se você quiser evitar as suas letras, não lhe faças perguntas (nem mesmo “que tal o fim de semana?”). E ensaie várias frases de fuga (“podemos falar disso depois? Tenho que entregar um relatório em meia hora”).

3. A empantanada

Como age. Você tem muito trabalho? Ela mais. Você alocou um projeto difícil? O que tem ela é complejísimo. Não pode sair para tomar um café, ou ajudar, ou ir ao banheiro mesmo… Um bom dia se vai de férias e se toca aceitar o seu. E não era para tanto.

O seu ponto fraco. Sua covardia. Fala-lhe de um plano para expor suas queixas, aos chefes e entra em pânico.

Como lidar com ela. Não deixando que sofrer. “Se é feliz, pensando que seu trabalho é muito importante e engana, o que mais dá?”, diz o psicólogo Bertrand Regader.

4. A chefe colega

Como age. Ainda não superou o trauma da ascensão e quer sentir-se “mais um”. Insiste em tomar uma cerveja depois do trabalho e, se possível, critica a seus superiores, em tom confidencial.

O seu ponto fraco. Deseja manter-se os mexericos. Se quiser manter um pé dentro da firma, lánzale alguém de vez em quando.

Como lidar com ela. Mantenha os limites. “É uma chefe –diz Regader–, por mais que se apresente próxima e amigável. As funções em uma empresa desempenham um papel fundamental que, mais tarde ou mais cedo, sai para a luz. Cuidado com o excesso de simpatia e age com franqueza e profissionalismo”.

5. A princesa do café

Como age. Não se sabe muito bem quando trabalha, porque se toma tantos pausas que nem sequer estamos seguros de que o seu computador funcione. Sua principal atividade é inteirar-se de todos os rumores de escritório. E, ao menos nesse sentido, é competente.

O seu ponto fraco. Suas fontes são confiáveis, quando não inexistentes. Para foi contado oralmente como, fala-lhe como se fosse uma jornalista de investigação: “Você contou a ele mesmo?, você o viu alguém?”.

Como lidar com ela. Se quiser acompanhar os trending topics do trabalho, cinco minutos diários com ela lhe serão muito úteis, desde que não lhe conte nada pessoal. Em última instância, lembre-se que o bisbilhotice serve para avisá-lo das más práticas de certos companheiros, incentiva os mais preguiçosos, e cria laços emocionais entre os funcionários, segundo um estudo da Universidade de Amsterdã (Holanda).

6. A bolsista feliz

Como age. Está em-seu-sias-ma-da, com o trabalho e não pára de repetir. Leva um cuadernito em que toma notas, vos olha a todos com os olhos muito abertos e faz muitas perguntas. Você pode medir a sua síndrome do empregado queimado de acordo com o nível de irritação que te provoque.

O seu ponto fraco. ¡A Todos! Se a regañan, vai ao banheiro para chorar. Se mete a pata, se flagela durante horas gimoteando. Se você tem que pedir ajuda, se desespera. É uma bomba de hipersensibilidade sempre a ponto de explodir.

Como lidar com ela. Como faria com um filho adolescente, sabendo que passará. E que, quando isso acontecer, o lançarás fora de menos. “Os bolsistas trabalham praticamente em troca de nada e isso é difícil”, diz Regader. “Merecem nossa compreensão. Se queremos ajudá-los, podemos falar de forma próxima e explicar-lhes que talvez tenham que reduzir um pouco suas expectativas, sempre valorizando a sua vitalidade para não desmotivarles”.

7. A rainha do culto

Como age. Seu tupper do almoço só contém quinoa, açafrão e legumes orgânicos. Vai ao ginásio todos os dias, à mesma hora em que tu murmuras-lhe em seu despertar: “mais Cinco minutos”. Seu estilo de vida é tão cansado que algumas

pessoas têm que sentar-se nada mais vê-la.

O seu ponto fraco. Assimila mal o álcool. Leve de canas, e em duas horas você terá zampando gomas e batatas fritas.

Como lidar com ela. Trate-a como se fosse de outra raça e admite que tem um pouco de razão. No fundo, você sabe que você poderia tomar o pequeno-almoço algo mais saudável do que uma bebida refrescante, com bolhas e duas palmeiras de chocolate.

8. A aspirante a Lannister

Como age. Todos a temem mais do que a um nublado, porque tem um plano e que trabalha com ela sois peças no xadrez maquiavélico. Falta de compaixão, ou sentimento, e para a manipulando para conseguir seus propósitos. De fato, sua frase favorita é: “Essa gente não sabe quem sou eu”.

O seu ponto fraco. Por sorte, o verdadeiro gênio político escassa. Na realidade, e por muito que goste de pensar o contrário, tem mais de martin alegou que a data Greyjoy que de Tyrion Lannister.

Como lidar com ela. É fácil: “a Distância, a assertividade e prudência. Não há que fornecer mais informação do que o estritamente necessário”, recomenda Regader. Se passa, valoriza dar parte aos chefes.

9. A mãe adotiva

Como age. Traz biscoitos de seu povo, te explica como separar a roupa para lavar e, se te queixas do patrão, que lhe dá um sermão sobre a importância do pensamento positivo, segundo Paulo Coelho.

O seu ponto fraco. Leva anos sem pensar em si mesma. Se um dia você aparece com um croissant para ela porque você lembrou de que você gosta, você terá ganho o seu coração… para toda a vida.

Como lidar com ela. “Mostre interesse sincero, fornecendo garantias pessoais de seu apoio”, aconselha Esther Martinez.

10. A que tem uma vida

Como age. Para ela, o trabalho é o lugar onde recarregar seu celular. Suas redes sociais tintinean constantemente, retira-se com freqüência a um canto para falar em sussurros e conhece cada novo clube de moda em 20 quilômetros. Isso sim, entre as ressacas e as chamadas “fortes”, não é nada produtiva.

O seu ponto fraco. Você tem pânico de uma certa chefe; apenas uma.

Como lidar com ela. “Se você está fazendo com que outros façam horas extras, comunique de forma cauta a um chefe”, diz Regader.

11. A estrela em ascensão

Como age. Tem muito claro o que está aqui para subir da espuma. Leva seu trabalho muito a sério, domine a linguagem e se relaciona com as pessoas certas, tanto em horas de escritório como o afterwork. Asúmelo: em dois anos estará às suas ordens.

O seu ponto fraco. Às vezes, sente saudades do que era ser humana.

Como lidar com ela. Esse tipo de trabalhador é das piores. “Fala-lhe com voz segura, apoiando o seu discurso com dados e não invadas o seu espaço”, diz a especialista Diário Consulting.

MAIS: Como se destacar do rebanho no trabalho

11 problemas que só as ruivas conhecem muito bem | Beleza

Ser ruiva pode ser uma bênção-maldição em partes iguais. Enquanto, por um lado passa de mais uma no da multidão com um bonito traço (oh yeah!), também toca lidar com muitos estereótipos. O problema é real e aqui temos a prova:

1. No colégio era alvo de apelidos.Por exemplo, se dirigiam a ti, como o vermelho, laranja, pelochorizo ou a cenoura.

2. A quantidade de vezes que se perguntam: “De que cor é o cabelo de seu púbis?” e tu lá, segurando o tipo com cara de pocker. Para as loiras e as morenas não lhes fazem essas perguntas! Um pouco de respeito, s’il vous plaît.

3. Se tornar uma lagosta cada vez que você vai para a praia é inevitável. Já sabe, viva o SPF 50!

4. As sardas se multiplicam como loucas, ano após ano. É passar um par de minutos ao sol e se começam a sair pintinhas que dálmata.

5. As pessoas simplesmente assume que você é uma mulher de gênio.Basta ter um dia ruim ou que esteja estressado para que seu ambiente pense que você sai fogo da cabeça.

6. Ariel é a sua princesa da Disney favorita. Claro, ela é legal, é tão autêntica. Mas hein! O Jasmine e Bella também o são!

7. Todos acham que você é uma fera na cama. E isso é culpa do pornô, que lhe fez crer à sociedade que as ruivas são umas ardentes ninfomaníacas.

8. Vestir de laranja é um desafio.Existe sempre o risco de que o seu cabelo se fundirá com seu outfit.

9. Seu cabelo é a sua marca de identidade. Em vez de se referir a ti pelo teu nome ou suas conquistas, sempre você é “a garota ruiva que…”.

10. Encontrar o lápis de sobrancelha perfeita pode ser complicado. Talvez há 50 tons para morenas e loiras, mas os lápis vermelhos são tão fáceis de encontrar como ver uma ruiva bronzeada. Toma nota, o da Sephora.belle

11. O shampoo a seco faz com que seu cabelo pareça ligeiramente rosa. Essa espécie de resíduo de cor branca que se encontra na maioria desses tipos de shampoo, fazem com que o aspecto de seu cabelo tenha um tom mais pastel. Mas veja por outro lado: Muitas mulheres têm tentado reproduzir a cor natural de seu cabelo à base de corantes e essa é uma luta que não terá que se preocupar nunca!

3 maneiras de enfrentar o stress que definem como você é

Atualizado el27 de setembro de 2017, 18:40

Um ritmo de vida agitado, ter tudo sob controle, mil coisas na cabeça… Todos nós passamos por momentos de tensão. No entanto, quando se vive sempre em “modo de emergência”, a mente e o corpo podem pagar um preço alto porque o organismo libera substâncias da corrente sanguínea que prejudicam a saúde.

Muitas vezes o stress não se pode evitar, sempre vai ter pressão, mas a solução não é tolerar isso à espera de que a situação melhore, mas aprender a enfrentar-se a ele, sem que a saúde prejuízo.

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Para isso você deve descobrir se você tem uma personalidade propensa a sufrirlo e saber reconhecer os sintomas que te alertam que, mesmo que você não se dê conta disso, o estresse se está a passar fatura.

3 ATITUDES DIFERENTES DE ENFRENTAR A VIDA

Os doutores Meryer Friedman e Ray Rosenman, do hospital Monte Sinai de San Francisco, na Califórnia (estados unidos). UU.) determinaram já nos anos 60, a existência de 3 tipos de personalidade (A, B e C) que marcam a propensão de cada um a sofrer de stress. Um modelo que continuam usando médicos e psicólogos para dar respostas ao estresse.

Analízalos para ver com qual você mais se identifica:

TIPO A: Você É perfeccionista e sempre vai com tanta pressa?

  • SÃO ASSIM… O cara corresponde a pessoas extrovertidas, ambiciosas, impulsivas, competitivas e perfectionists. Levam com pressa, sempre vão pendentes do relógio e preocupadas com a falta de tempo. Montam-se em raiva diante da menor contrariedade.
  • ASSIM SE COMPORTAM… Algumas condutas típicas são o movimento constante, impaciência, uma expressão facial tensa… a conversa é rápida e a um volume alto, respondem imediatamente e interromper com freqüência. Costumam reclamar bastante.
  • TÊM MAIS RISCO… Ao manifestar o stress com ataques de ira, há estudos que demonstram que estão mais predispostas a doenças cardiovasculares (hipertensão, infarto…), úlceras e obesidade (comer mais para compensar o nervosismo).

TIPO B: O Reaccionas com calma e prudência?

  • SÃO ASSIM… O tipo de personalidade B é intermediário, o modo ideal de comportamento. Cabe às pessoas que dominam bem o seu stress, e reagem com calma e prudência. Seu caráter é otimista. Este tipo de caráter é minoritário.
  • ASSIM SE COMPORTAM… Sua expressão facial é relaxada, e o riso, suave. Estão satisfeitos com a sua situação, evitam as situações competitivas e raramente se queixam. Sua fala é pausada e baixo volume, ouvem com atenção e esperam para responder.
  • DE FORMA NATURAL estão mais protegidas porque os níveis de hormônios como a adrenalina ou o cortisol só se atiram em situações pontuais. Por isso, não danificam o organismo, já que tendem a estar em um equilíbrio ótimo para a saúde.

TIPO C: Como Você prender-se em si mesma?

  • ASSIM SÃO… Introvertidas e filmes, justo o contrário do que as primeiras (tipo A). Este caráter corresponde a pessoas que interiorizan a sua reação ao estresse. Parecem resignadas e delicados, mas trata-se de uma falsa calma, posto que sofrem em silêncio.
  • ASSIM SE COMPORTAM… Costumam andar com a cabeça baixa, lhes custa olhar nos olhos e, quando estão em grupo, não tomam a palavra. São inseguras e com tendência ao derrotismo. Não desabafar em público, têm tendência para a crítica quando estão na intimidade.
  • TÊM MAIS RISCO… A agressividade contida, a insegurança e a tendência ao derrotismo, fazem com que sejam mais propensas a sofrer depressão e distúrbios relacionados com um sistema imunológico mais fraco (alergias, maior número de infecções…).

MANTENHA O ESTRESSE LONGE

Se você se identificou com o tipo A ou C, acha que o desgaste que representa para o organismo viver uma situação de stress prolongado é prejudicial para a nossa saúde. Dor na cabeça, desconforto digestivo, envelhecimento precoce, insônia, fadiga, irritabilidade, falta de memória… podem ser alguns sintomas que lhe indiquem que os nervos estão deixando uma marca em sua saúde.

É lógico pensar que a forma definitiva de combater o estresse é eliminar a causa que o provoca, mas isso muitas vezes é impossível. Por isso, é muito importante trabalhar os pontos “fracos” de nossa personalidade e também aceitar que, em certos momentos, é normal que a situação nos supere.

Técnicas que te ajudam a gerir os nervos

E para os momentos em que o stress parece que nos supera, é muito útil conhecer algumas chaves para aprender a manuseá-lo.

Dispense alguns minutos a cada dia para relaxar

O relaxamento é uma das melhores habilidades que você pode desenvolver para que a tensão não se exceda em momentos críticos. Quando levar tempo praticando-a (faça isso mesmo quando você estiver nervosa), você vai notar que você tem mais tranquilidade mental e distensão muscular.

Uma maneira de começar é, quando se tumbes na cama, sentir cada uma das partes de seu corpo. Começa concentrándote nos pés, como estão os seus dedos, como se apoiam as pernas e continua a subir; a sua volta, cada músculo como está, os pontos de apoio, os braços, siéntelos e aproveita para ir destensando e faça o mesmo com cada área até chegar à parte superior da cabeça. Tudo acompanhado de uma respiração calma e pausada.

Respira em momentos críticos

Quando os nervos estão à espreita, a respiração abdominal é uma forma útil de relaxamento rápida. Inspire profundamente pelo nariz, até notar como o ventre se incha como um balão. Segure o ar em 3 ou 4 segundos e solte-o lentamente pela boca.

Faça 5 ou 6 respirações deste tipo enquanto se repites a si mesma: alguma frase que te ajude a relaxar os nervos (“estou tranquila”, “sinto-me totalmente calmo”).

Mindfulness: vive o aqui e agora

A técnica Mindfulness ou Atenção Plena é obtida a partir de uma técnica de meditação milenar que foi integrada pela psicologia moderna para combater o stress, e consiste basicamente em se concentrar direito no que está fazendo, sem pensar na lista de tarefas que lhe restam por fazer, ou por outras preocupações.

Se você está dirigindo ouve o som do motor, da rua, sente o toque do volante, do assento… Se você está em casa lavando os pratos sente a água como cai sobre suas mãos, ouça o som da água e o tilintar dos pratos… No ônibus fique atento aos sons de sua volta, como se apoiam os pés, as cores da roupa de quem tiver mais perto… Qualquer situação cotidiana serve para começar a praticar. Trata-Se de concentrar-se apenas no aqui e agora.

Preocupe-te de forma construtiva

Os especialistas afirmam que uma outra forma de controlar o stress é aprender a preocupar-se construtivamente. Trata-Se de uma preocupação racional, inclui planos e métodos para enfrentar tudo aquilo que lhe causa estresse e, fundamentalmente, se concentra em construir possíveis soluções que podem ter mais do que estar pensando no próprio problema em si.

3 efeitos do casamento sobre a saúde do casal

Atualizado el19 de junho de 2018, 17:53

Diferentes estudos têm tentado avaliar o impacto que o casamento (ou a relação sentimental com convivência) pode ter na saúde física do casal.

A primeira coisa que pensamos em torno desse tema é que, evidentemente, uma relação conflituosa ou tormentosa pode causar desde ansiedade e depressão até insônia.

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Mas há outros efeitos “colaterais”, tanto positivos como negativos, que com certeza você não imagina. Saber Viver se descobre os vínculos que os cientistas têm encontrado entre casamento e saúde.

relação melhor, coração mais SAUDÁVEL

Quando falamos de sentimentos e emoções que costumam aludir a um órgão específico, o coração: dizemos que nos têm partido o coração diante de um desengano amoroso ou que o coração nos foi acelerado ao conhecer alguém.

Mas não se trata apenas de um recurso poético. Realmente este órgão sofre mais ou menos dependendo de como vá evoluindo a relação. É o que descobriram pesquisadores da Universidade de Bristol (Reino Unido) para fazer o acompanhamento de 620 casais desde o ano de 1991.

Os cientistas tiveram em conta os fatores que intervêm na saúde cardiovascular como excesso de peso ou obesidade, pressão arterial e níveis de colesterol e glicose no sangue, entre outros.

E comprovaram que o coração não só agradece a estabilidade sentimental , mas também que a relação evolua positivamente.

  • Os homens casados em que a relação foi melhorando ao longo destes anos tinham níveis mais baixos de colesterol LDL, o “colesterol ruim”, e um peso mais saudável do que os homens, que diziam que a sua relação era igual, ou seja, nem melhor nem pior do que no início.
  • Os que mostraram os piores números foram os homens cuja relação se agravou durante este período de tempo. Neste caso, além disso, a pressão arterial diastólica foi de cerca de três pontos a mais elevada média, isto é, que a pressão mínima que o sangue exerce contra as paredes das artérias quando o coração relaxa entre os batimentos e pulsação era maior.
  • Além disso, estudos recentes têm demonstrado que não estar casados aumenta em 55% as chances de morrer por um acidente vascular cerebral.

Todos estes dados apontam para uma deterioração da convivência aumenta o risco de sofrer uma doença cardiovascular.

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Ainda são necessários mais estudos, alguns especialistas acreditam que os casais mais felizes tendem mais a cuidar-se mutuamente e a adotar hábitos de vida saudáveis, o que leva a um melhor controle dos fatores de risco cardiovascular.

Mais sobrevivência após um ataque cardíaco

Um estudo anterior realizado pelo cardiologista Nicholas Gollop, da Universidade de East Anglia (Reino Unido), com dados de 25.000 pessoas que sofreram um ataque cardíaco mostrou que as chances de morrer eram 14% mais baixos em que estavam casadas ou que viviam em casal) que as solteiras.

E não só isso. Além disso, viu-se que a recuperação foi mais rápida dos sobreviventes ao ataque que estavam casados, os quais passavam em média dois dias a menos no hospital do que os que não tinham companheiro.

Isso prova, de acordo com os pesquisadores, o apoio físico e emocional por parte do cônjuge que tem um efeito benéfico e é fundamental para minimizar o impacto do ataque. E os médicos devem ter em conta o apoio com que conta o paciente, uma vez dar alta”, destaca o Dr. Gollop.

o casal, chave depois de um câncer

Mas o efeito positivo de estar em par não só se verificou em doenças cardíacas. O casamento também foi associado a uma taxa de sobrevivência mais alta em pacientes que sofrem de cancro, segundo um estudo realizado nos estados unidos. EUA. e, publicado na revista “Cancer”.

  • Depois de comparar os históricos de 800.000 pessoas diagnosticadas com câncer, os pesquisadores comprovaram que o número de óbitos era um 19% mais alto entre mulheres que entre as casadas.
  • E o valor era ainda maior no caso dos homens: a taxa de mortalidade era de 27% mais elevada entre os solteiros.

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Os dados deste estudo –que, ao contrário do da Universidade de Bristol não avaliou-se a relação do casal era boa ou não– parecem confirmar novamente que o casamento é benéfico para a saúde de ambos os sexos, mas ainda mais para os homens.

Segundo os especialistas, uma possível explicação de que a diferença na mortalidade por câncer seja mais baixa entre as mulheres solteiras que entre os homens solteiros, seja que, diante da doença, elas tendem mais a buscar o apoio de outras pessoas e estabelecer vínculos mais fortes fora do casamento, com a família ou os amigos.

CASAL QUE COMPARTILHA obesidade Ou diabetes

Mas nem tudo é positivo em torno do casamento. Às vezes, a convivência também pode levar a que o casal compartilhe um estilo de vida não muito saudável e, portanto, ambos têm igual probabilidade de vir a desenvolver as mesmas doenças ou patologias relacionadas entre si.

No último Congresso da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes, foi exposto um estudo realizado pela Universidade de Aarhus (Dinamarca), que sustenta que os homens casados com mulheres obesas têm mais chances de desenvolver diabetes a partir dos 50 anos.

Para cada 5 pontos a mais que seu companheiro tem de índice de massa corporal (peso em quilogramas dividido entre altura em metros ao quadrado), o risco de que o homem sofra de diabetes é 21% maior.

Mas a ligação entre obesidade e diabetes, pelo visto, também funciona ao contrário. Ou seja, os homens cuja esposa sofre de diabetes tipo 2 tendem a ser mais obesos do que os que são casados com uma mulher não diabética.

Segundo os autores do estudo, a ligação entre ambas as patologias, certamente, está em que os casais compartilham hábitos “prodiabéticos”, como uma alimentação desequilibrada, rica em gorduras e/ou açúcares, e uma vida sedentária. E, no fim do tempo, quando o casal supera os 50 anos, o risco de acabar sofrendo de obesidade e diabetes é maior.

Os pesquisadores confiam na aplicação prática do achado: “Reconhecer os riscos compartilhados de um casal pode favorecer a detecção de diabetes e ajudar a motivá-los para comer de forma saudável e fazer exercício físico”.

3 coisas fáceis que ajudam a baixar a tensão

Atualizado el25 de julho de 2018, 10:41

Se uma dieta equlibrada e baixa em sal somar os bons hábitos que te propomos, controlar a sua tensão arterial torna muito mais fácil.

1. 45 minutos de caminhada diária em bom ritmo

O exercício fortalece o coração, que bombeia mais sangue com menos esforço. E se há esforço, a pressão nas artérias diminui e os valores de tensão descem.

Mas você sabe que plano de exercício certo para você? Nos descubra o Dr. José Abellán, diretor da Cátedra de Risco Cardiovascular da UCAM e um dos melhores especialistas em hipertensão e exercício de nosso país.

Mover-se, eficaz como os medicamentos

  • O exercício aeróbico, combinado com o de força com pesos baixos e muitas repetições, baixa a tensão de 4 a 6 mmHg.

Treino progressivo

  • O ideal para uma pessoa sedentária é começar a andar de forma rápida, cerca de 45 minutos por dia.

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  • Se você tem dificuldade para fazer isso, você pode fazer duas ou três sessões de cerca de 10 min cada uma, até que alcances o seu objetivo. O bom do exercício é que tudo soma.

Os excessos não são bons

  • Quando estiver treinado talvez sinta que você é capaz de mais (geralmente ocorre em pessoas competitivas), mas lembre-se que a atividade deve ser moderada.
  • O amortecedor é chegar a 75% de sua frequência cardíaca máxima (220 menos a sua idade), não mais. Por exemplo, você pode caminhar até a 10.000 passos por dia (7 km), passeios de bicicleta até atingir 16-20 km/h em terreno plano, nadar…
  • Se você vai ao ginásio, faça exercícios de força, levantando um pouco de peso, mas, com muitas repetições.

O tai chi e ioga também ajudam

  • Trabalham relaxamento, por isso, contribuem para controlar a pressão, especialmente se você sofre de stress.

Não concordam

  • Se você tem a tensão alta impede que os exercícios isométricos (sustentar uma carga ou enrijecer a musculatura estando parado) e os hipopresivos –abdominais que se realizam segurando a respiração (apnéia).

2. Ouvir música após a medicação

Que você não deve ignorar a medicação se você está seguindo um tratamento para a hipertensão é óbvio, mas há formas de aumentar a sua eficácia, ajudando assim a reduzir a dose de medicamentos que tomas (logicamente, sempre sob supervisão médica).

Provado cientificamente

Uma pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (Brasil) verificou que os medicamentos anti-hipertensivos melhoram ainda mais a freqüência cardíaca se o paciente ouve música durante uma hora, depois de tomá-los.

O poder da música clássica

Entre os diferentes gêneros, a música clássica é a de maior eficácia para reduzir a pressão arterial.

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Bons hábitos

  • A razão é que estimula o sistema nervoso parassimpático, justo o que se ativa quando descontrai, porque diminui os batimentos do coração, diminui a pressão arterial e estabiliza o açúcar e a adrenalina no sangue.
  • Nestas condições, a capacidade do organismo para absorver o fármaco aumenta, com o que hacemás efeito.

3. Perder quilos que sobram

A obesidade aumenta em 6 o risco de sofrer desta doença. E quanto maior é o peso excedente, mais aumentam os números da pressão arterial.

Números para refletir

De acordo com o Estudo de Framingham (o estudo de risco cardiovascular de longa duração mais importante do que foi feito até agora e que comporta até 3 gerações), esse fator é tão determinante que 70% dos casos de hipertensão em homens e 61% em mulheres são atribuídos ao excesso de peso.

  • Para cada quilo de mais a pressão aumenta 0,76 mmHg.

Tensão e quilos a mais

Uma pesquisa das universidades de Monash (Austrália) e Cambridge (Reino Unido) mostrou que a ligação entre obesidade e hipertensão arterial está na leptina, a chamada hormona do apetite.

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comprovado

  • Quanto mais gordura houver, mais leptina segregas, e esse hormônio não afeta o apetite, mas que também influencia a tensão arterial, pois ativa o sistema nervoso simpático, que, como já adiantamos estreita os vasos sanguíneos.

Tudo o que você ganha

A obesidade aumenta a tensão, mas que se reduz o peso, os valores são normalizados.

  • O objetivo deve ser chegar a um índice de massa corporal de 25, com um perímetro abdominal abaixo de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens.

3 dicas para evitar os fungos e infecções nos pés

Atualizado el16 de julho de 2018, 15:59

O Colégio Oficial de Podólogos da Comunidade de Madrid alerta para a importância de prestar muito mais atenção aos nossos pés, na época estival. E é que, nesta época do ano:

  • Aumentam as infecções por fungos e bactérias. Devido ao calor e à umidade, estes proliferam em praias, piscinas, bares, carpetes de hotéis…
  • Disparam-Se os casos de fascite plantar e outras lesões na consulta do podólogo devido ao uso de chinelos.
  • O uso contínuo de esmaltes permanentes e semi-permanentes danifica as unhas, provocando também um aumento de infecções.

como prevenir os fungos nos pés

Nesta época, os pés têm mais risco de infecções por dois motivos basicamente: nos descalzamos com frequência em piscinas e praias, com o que o contágio é muito fácil.

E sudamos mais, o que facilita a proliferação de fungos.

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ENTREVISTA

Há muitos tipos de infecções por fungos ou micoses, mas uma das mais comuns é o pé-de-atleta.

  • O reconhecerá porque produz coceira, fissuras dolorosas, mau cheiro e raspa entre os dedos e também na planta do pé. Se acontecer, vai ao dermatologista, para que não se espalhe. É tratada com antifúngicos locais e, em casos graves (pouco frequentes), orais.

Para manter os fungos tenha em conta:

  • Controla o suor. Existem desodorantes específicos antitranspirantes que taponan em certo grau os poros por onde sai o suor, controlando assim a umidade.
  • Desinfeta, se necessário. Se você observar rachaduras entre os dedos, aplique um anti-séptico para facilitar a cicatrização e evitar a infecção.
  • Secar muito bem entre os dedos após o banho. Se você tem tendência a sofrer fungos usa algum produto secante, como os pós de talco antes de calzarte.
  • Use chinelos ou sapatilhas de borracha em piscinas, saunas, academias e áreas públicas, onde você está em contato direto com a umidade. É muito importante evitar ir descalços nestes ambientes.
  • Opte por calçado que permita a transpiração, se possível, de pele ou de materiais naturais. Assim, você evita o atrito e umidade. Procura evitar o tênis muito fechados.
  • Se você estiver usando meias, cómpralos de tecidos naturais, troque-os diariamente e espolvoréalos com um antifúngico se você tem tendência a se suden os pés.
  • Mantenha seus pés hidratados. A secagem favorece as feridas nos pés e também a aparição de microoganismos infecciosos.

1. Olho com usar (muito) os chinelos

Desde o Colégio Oficial de Podólogos de Madrid asseguram que neste época do ano venha com muitas lesões nos pés , o uso deste tipo de calçado que, segundo os especialistas, não é nada recomendável.

O problema flip-flops é que, ao não segurar bem o pé, há que colocar os dedos em garra para aumentar a estabilidade. Esta posição pode causar luxações, fraturas, torções, entorses no tornozelo, tendinite ou fascite plantar (inflamação na planta do pé que provoca dor e dificuldade para caminhar).

2. A importância de escolher um bom calçado

Os podólogos garantem que o mais importante, antes de tudo, é que seja de boa qualidade e de acordo com a atividade que se vai realizar.

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Além disso, o calçado deve segurar bem o pé, tanto na área do peito do pé do tornozelo e ter um salto de cerca de 4 cm, nem mais nem menos, para manter uma certa curvatura da coluna.

E é fundamental que seja respirável. Caso contrário, o pé suar e aumenta o risco de fungos.

Aconselha-Se também comprá-lo pela tarde, quando o pé está um pouco dilatado depois de horas de atividade. Tenha em conta que um sapato justo favorece o aparecimento de assaduras, bolhas e calos.

3. presta atenção ao Esmalte de unhas

É um dos produtos mais usados no verão. De fato, há mulheres que passam todo o período estival com as unhas pintadas, no entanto, isto não é nada recomendável, uma vez que a unha não respira.

Os especialistas recomendam aplicá-lo durante uma semana ou duas no máximo, e descansar outros tantos dias.

Além disso, os esmaltes são um dos cosméticos que mais provocam alergias. Para evitar isso, limita seu uso e cómpralos 3, 4 ou 5 free, que quer dizer que estão livres dos 3, 4 ou 5 tóxicos mais comuns.

3 chaves para regular a pressão arterial (Hipertensão)

Atualizado el21 de maio de 2018, 00:04

Não convém tê-la alta e nem muito baixa), mas é melhor agir, mesmo que esteja apenas algo elevada. De acordo com especialistas, se está um pouco acima do normal , o organismo já se ressente.

O ideal é que a diastólica (baixa) está entre 80-84 mmHg e que a sistólica (ou alta) se mova entre valores de 120 a 129 mmHG.

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muito cuidado!

Se a sua pressão arterial está acima destes valores, mesmo que seja apenas um pouco, você deve colocar em prática este plano para recuperar o controle.

1. Toma cuidado com as suas drogas

50% das pessoas coexistir não segue bem os tratamentos para controlar esta alteração.

  • Lembre-se que não são milagrosos. Os estudos mais recentes confirmam que os anti-hipertensivos funcionam, desde que combine com bons hábitos de vida. Não esqueça.
  • Monitora com o sumo de toranja. Tomá-lo pela manhã pode impedir que certos anti-hipertensivos (os calcioantagonistas) funcionem corretamente.
  • Informa bem ao seu médico. Certos preparados naturais e plantas (como a erva de São João) e alguns medicamentos podem substituir os medicamentos. Se os tiros, diga a seu médico.
  • Fumar os “anula”. Os estudos sugerem que os tóxicos do tabaco dificultam a absorção no organismo dos anti-hipertensos. Por isso, as pessoas que consomem essas drogas fazem menos efeito.
  • Tenha em conta que horas os tiros. Sua tensão muda ao longo do dia e segue um “padrão”. Por isso, o médico sugere tomar o anti-hipertensivo a uma determinada hora. Você deve seguir a orientação para que o medicamento actue quando o necessita. À noite, a pressão arterial deve descer. Se não o fizer, o risco coronariano aumenta. Pela manhã, ele produz uma secreção hormonal que faz com que a pressão arterial suba.
  • Não abandone o tratamento. Embora não sentisse nada, sua pressão agradece que continue bem o tratamento. Para se lembrar de tomá-lo, usa-usado com alarme.

2. Faça exercício e elimina a barriga

É bem sabido por todos que o exercício ajuda a controlar a hipertensão. No entanto, as investigações demonstraram que a eliminação do “barriga” é especialmente eficaz para pôr travão a esta alteração.

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Gordura abdominal

  • Assim influenciam os quilos a mais. Uma pesquisa publicada no Cell, mostrou que o excesso de gordura aumenta a presença no sangue do hormônio leptina, que faz com que aumente a tensão arterial. Recentemente, pesquisadores americanos demonstraram que a gordura mais “perigosa” é a que se acumula ao redor do abdômen.
  • Se você está em seu peso… O exercício aeróbico (caminhar, nadar…)ajuda também a equilibrar a tensão: praticá-lo de forma regular diminui em até 4,6 mmHg da pressão arterial. Além disso, os cardiologistas americanos recomendam fazer um exercício de “aderência” (apertando uma bola semi-mole ou com umas pinças especiais para o exercício de mão) 3 vezes por semana.

3. Segue a alimentação que SIM sua baixa tensão

Atenção para as conclusões de um recente estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology: comer com menos sal e manter uma dieta saudável pode ser tão eficiente quanto a medicação para regular a tensão.

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diferenças

  • Como te convém comer. Tanto a Dieta Mediterrânica como a DASH (proposta de alimento criada nos Estados Unidos) têm se mostrado eficazes para lidar com esse problema de saúde. E o que têm em comum? São ricas em vegetais e pobre em gorduras animais.
  • Você conhece os três minerais que mais te ajudam? Cálcio, potássio e magnésio. Tomar uma quantidade diária suficiente de estes três minerais garante, de acordo com uma pesquisa recente realizada na Universidade de Boston (EUA). UU.), ter uma pressão arterial mais baixa a longo prazo.
  • Toma diária… granada e beterraba. O suco de romã ajuda a reduzir uma molécula que diminui o tamanho dos vasos sanguíneos. O nitrato orgânico da beterraba reduz a tensão, de acordo com a Soc. Americana do Coração.
  • Que não lhe faltem estas duas vitaminas… A falta de Vitamina K e Vitamina D aumenta a incidência de hipertensão, assegura um estudo da Universidade Livre de Amesterdão. A primeira encontra-se, sobretudo, em vegetais de folhas verdes (acelga, espinafre…). A segunda está em peixes gordurosos, queijos, ovos, cogumelos e salvo.

11 hábitos diários que combatem a acidez

Atualizado el16 de julho de 2018, 22:11

Quase todos temos notado alguma vez um refluxo de ácido, subindo do estômago. Quando isso acontece é porque o esfíncter esofágico inferior, a válvula que fecha a passagem entre o estômago e o esfíncter, foi excessivamente relaxado.

  • Se notas ao menos duas vezes por semana consulta com o seu médico porque pode ter uma úlcera de estômago ou uma hérnia de hiato.
  • No resto dos casos, os conselhos que oferecemos aqui ajudam a evitar estas lesões.

1. Evite refeições pesadas

Não exagere com as gorduras, doces, chocolate, cebola, nem as especiarias. Também Limita o café, frutas cítricas e bebidas carbonatadas.

  • O trigo e outros cereais que contêm glúten (aveia, cevada e centeio) são um problema para algumas pessoas. Investiga o que te afeta.

2. Inclui glutamina (os ovos) em sua dieta

Alguns estudos têm encontrado que a glutamina, um aminoácido, ajuda a regenerar o tecido do esôfago e o estômago danificado pelo refluxo.

  • Aqui a proteína animal: carne, frango, peixe, ovos e produtos lácteos. Estes alimentos podem ajudá-lo, mas dentro de uma dieta equilibrada.

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Sem desconforto

3. Enche seus menus de ácido fólico

De acordo com algumas pesquisas, a vitamina a (B9) pode reduzir o refluxo ácido. Faltam mais estudos para corroborarlo mas não mais do que se assegure-se as doses ideais em sua dieta (300 a 400 microgramas por dia).

  • O ácido fólico, encontrado em vegetais de folhas verdes (rúcula, espinafre, escarola, agrião, acelga) e em amendoins, feijões secos, abacate…

4. Dorme um pouco interno

Levanta a cabeceira de sua cama para dormir algo levantado à noite. A gravidade ajuda a que a comida não suba.

  • Não durma sobre dois travesseiros porque o esôfago é então dobrado (como se fosse uma mangueira de jardim) e aumenta a pressão no estômago. A chave é que os ombros também sejam levantados.

5. Confira os medicamentos que tomas

Certos medicamentos e suplementos podem aumentar o refluxo ácido. Pergunte a seu médico, porque às vezes existem alternativas.

  • Os antidepressivos tricíclicos ou os sedativos e tranquilizantes (incluindo as benzodiazepinas) o agravam.

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INFO-MEDICAMENTOS

6. Reduz a gordura abdominal

A maioria das pessoas que sofrem da doença do refluxo gastroesofágico tem excesso de peso. O excesso de gordura em torno do abdômen piora dos sintomas porque acrescenta pressão sobre o estômago.

  • Emagrecimento alguns quilos já vai notar uma melhoria.

7. Busca formas de relaxar e descansar

O stress e a ansiedade piorar o refluxo. Os estudos mostram, que fazem com que se sintam pior.

  • Identifica as situações que se enfatizam e se cansam, e busca formas de evitá-las ou prepare-se para elas com técnicas de relaxamento.

8. Come em um ambiente tranquilo

Devemos insistir em fazer isso já que a digestão é controlada pelo sistema nervoso parassimpático, o que predomina quando se relaxar.

  • Este sistema é o que dá a ordem para as glândulas que secretam sucos gástricos e regula os movimentos dos órgãos e vísceras envolvidos no processo digestivo.

9. Você pode ajudar a hormona do sono?

É chamada assim porque regula o nosso ciclo de sono-vigília. Geralmente prescribirse para tratar a insônia. No entanto, nos últimos anos, os pesquisadores estão vendo que os suplementos de melatonina também podem aliviar o refluxo ácido.

  • Sua estrutura química é semelhante à do omeprazol, que é um dos anti-ácidos mais usados. De se confirmar a eficácia da melatonina para tratar até mesmo úlcera péptica, seria uma grande notícia, porque não tem os efeitos secundários deste fármaco.

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Descanso

10. A atividade física suave melhora o refluxo

O exercício físico leve ou moderada (caminhar, nadar ou andar de bicicleta 30 minutos por dia) pode ajudar a reduzir as suas queixas.

  • Sabe-Se que melhora a função ambulatorial do esôfago, contribui para esvaziar o estômago e promove o trânsito intestinal.
  • Além disso, ajuda a perder peso, o que também melhora o problema.
  • Ajuda também a controlar o stress e a ansiedade, que podem estar por trás de azia e o refluxo.
  • Mas atenção! Não faça exercícios intensos porque você poderia aumentar a pressão sobre o abdômen e o efeito seria negativo.

11. Come com tempo

Mastiga sempre lento e não deixe que a sua mente “te traga problemas enquanto come.

Escolha bem. Além do café, evita o chocolate, álcool, caldos de carne, gorduras aquecidas e refrigerantes.

  • E segue uma dieta mediterrânea (a verdadeira, rica em vegetais, peixes e azeite de oliva). Vários estudos têm demonstrado que costuma ser mais eficaz do que o uso de medicamentos para diminuir a acidez do estômago.

10 vantagens da Dieta Atlântica e seus benefícios para o peso

Atualizado el19 de março de 2018, 12:36

A Dieta Atlântica parte de uma constatação objetiva e clara. Na faixa que vai de Portugal, Astúrias, passando pela Galiza têm uma alimentação variada e saudável, como atesta o fato de que a longevidade destas áreas é ainda mais alta que a do arco mediterrâneo.

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Emagrecer

De acordo com o professor Luis Aniceto Charro, chefe de Serviço de Endocrinologia e Nutrição do Hospital de Madrid, “é uma cultura gastronómica ancestral muito saudável e benéfica para o ser humano por seus ingredientes de primeira qualidade e sua elaboração”.

EM QUE CONSISTE A DIETA ATLÂNTICA

“Não se trata de confrontar duas culturas gastronômicas –acrescenta o professor–, mas de constatar os benefícios de cada uma e começar a valorizar a atlântica”, que tinha ficado um pouco relegada.

Basicamente podem-se destacar 3 elementos fundamentais , que se destacam neste tipo de dieta:

  1. O grande valor de suas proteínas, provenientes, sobretudo, da grande quantidade de peixe que é consumida, lácteos e seus leguminosas (grão de bico, lentilha, feijão).
  2. Um excelente vinho, que tomado com moderação, uma ou duas taças, verificou-se que pode ter benefícios cardiovasculares.
  3. O potenciômetro ou caldo galego, base da gastronomia, aparentado com o stew irlandês. Vários indicadores, destacam-se seus benefícios. Por um lado, há estudos que apontam que a verdura com que se elabora, os grelos, tem propriedades protetoras contra alguns tipos de cânceres, em especial o de pâncreas. E outros ingredientes, a gordura de porco, o unto, é uma gordura que se verificou que tem propriedades anti-inflamatórias.

OS FALSOS MITOS DESTA DIETA

Contra aqueles que consideram que alguns ingredientes da dieta atlântica são prejudiciais, o nutricionista Charro, ressalta que “a dieta atlântica reduzir em até 33% o risco de infarto do miocárdio”. Além disso, são “alimentos simples de cozinhar”.

  • Não é verdade que o marisco é prejudicial. Nesta dieta o consumo é moderado. O preço também não convida a um consumo excessivo. E o marisco é uma fonte de proteína excelente, sem gordura e que bloqueia o mau colesterol, em benefício do bem.
  • Não é verdade que seja excessiva para grávidas. Todo o contrário. Há estudos que concluem que o consumo freqüente de peixe e marisco faz com que as crianças que dão à luz tenham comparativamente menos casos de falta de atenção e, no entanto, um alto grau de controle emocional. Outros estudos na Noruega também constataram que o aumento de peixe reduz o grau de agressividade das pessoas.
  • A empanada galega é saudável. Tem a vantagem de que a massa protege muito o recheio, que pode ser de carne ou de sardinha, excelentes fontes de proteínas e seu método de preparação, de cozedura muito adequado.

AS DEZ REGRAS DA DIETA ATLÂNTICA

Alguns dos nutricionistas que fazem parte da associação de promoção da dieta atlântica, criaram um decálogo para levar essa dieta.

  1. Consumo elevado de peixes, tanto de mar como de rio, e de frutos do mar. Recomenda-Se tomar de 3 a 4 vezes por semana.
  2. Tomar uma abundância de cereais, leguminosas e batatas. Contribuem com a metade das calorias que ele precisa do nosso corpo. Além de um bom aporte de fibras.
  3. Consumo elevado de frutas e produtos hortícolas. Assinala-Se, em especial, maçã e frutas cítricas, próprios da região. Entre os legumes, repolho, berzas, grelos, abundantes na faixa atlântica, e pimentos, cebolas, cenouras…
  4. Azeite de oliva como a matéria primeira para cozinhar, mas, sobretudo, como azeitona de mesa.
  5. Produtos lácteos diários, Astúrias e Galiza têm em abundância. Destaca-Se o aporte extra de os fermentados para melhorar a flora intestinal.
  6. As carnes são importantes, pela sua contribuição essencial de proteínas e ferro. Embora também se observa que o excesso pode ser prejudicial.
  7. Você tem que beber água em abundância, mas não esquecer o vinho em um consumo moderado.
  8. Gosto pela simplicidade na hora de preparar os alimentos para manter a qualidade dos ingredientes. Sobre todo o processo de cozimento, mais comum do que em outras áreas. Mas também a frigideira com azeite de oliva e pratos da prensa.
  9. Desfrutar da comida.”A boa costume do tradicional filandón que temos na Galiza –lembra o nutricionista Charro–, que não é mais do que a secretária”. É dizer, o gosto por compartilhar os momentos com a família ou amigos e sem stress. Uma qualidade de vida inseparável com a boa comida.
  10. Realizar atividade física a cada dia que complemente os hábitos alimentares e sociais.

Trata-Se, por o, de reconhecer a culinária de cada região de Portugal, porque também encontramos fatores altamente recomendados na dieta que se come na zona central da Península. Apreciar as influências mútuas das três listras, mediterrânica e atlântica, e tentar de tudo.

10 dicas para um gaspacho delicioso (dicas e receita)

Atualizado el26 de junho de 2018, 09:38

Você está “cansado” de inventar novas saladas, mas a oferta dos mercados e sua saúde estão pedindo aos gritos que tome mais vegetais crus. Se você se sente assim mais de um dia, quando você estiver pensando em o que fazer para comer, o gaspacho é uma ótima opção.

A receita básica é: 1 kg de tomate, 1 pimentão verde, 1 pepino, 2 dentes de alho 3 colheres de sopa de azeite de oliva. Mas quais são as chaves para conseguir que seja saboroso e nutritivo ao máximo?

1. Use um bom tomate maduro

É o sabor que tem que reinar nesta preparação , e isso não só se consegue colocando mais quantidade deste ingrediente que qualquer outro: é fundamental que você escolha tomates bem vermelhos, maduros, mas mais vale rejeitar os que estejam um pouco “tocados”.

Lávalos bem, trocéalos e tritúralos com o resto de alimentos e se isso te incomoda encontrar restos de peles, é melhor passar por um passador chinês que bater insistentemente: bem humano vai engrossar.

2. Não exagere com pimenta

É um coquetel antioxidante e protetor… mas neste caso, convém usá-lo com moderação. Se você vai a mão, seu sabor dominará e, o que é pior, o gaspacho, tomará uma cor parduzco pouco atraente.

3. Rebate o gosto do alho, se quiser

Você gosta de adicioná-lo, mas às vezes você se sinta mal, se “transforma” ou não gosta de seus convidados.

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A melhor solução neste caso é pelarlos e escaldarlos em água fervente por cerca de 10 segundos antes de desfazê-los. Com este simples gesto, mantém o sabor e economiza suas “desvantagens”.

4. Se você adicionar pão, escúrrelo bem

Existem tantas receitas de gaspacho como pessoas, porque cada um dá o seu toque pessoal. Se você que adiciona um pouco de pão molhado com água e vinagre, estrújalo bem para que o gosto nal, e a textura, não é resientan.

5. Varia o seu sabor, com frutas

Melancia e morango são as que melhor se encaixam. Uma primeira opção é substituir o tomate por morangos. Outro, a combinar esses dois ingredientes com melancia (sem sementes). Em ambos os casos, o melhor é retirar o pepino.

6. Toma-o, tanto quanto você pode

Este tipo de preparações deverá comê-las no momento, ou, quando muito, ao cabo de algumas horas.

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NUTRIÇÃO

O máximo que “suporta” são dois dias de geladeira, já que com o tempo o tomate toma um gosto rançoso. Ao tirá-lo do refrigerador você terá que balançá-lo, porque você vai notar que a parte “sólida” foi separado da mais líquida. Se você tiver adicionado pão, não acontece tanto.

7. Transfórmalo na sopa

O gaspacho, tende a ter uma consistência muito líquida, mas se quisermos podemos transformá-lo em uma sopa fria. Para obtê-lo, adicione o óleo e tritura a mistura durante mais tempo. Deste modo conseguir que emulsione.

O resultado não só é mais espessa, também adquire um tom cor-de-rosa.

8. Ou em uma bebida refrescante

No verão precisamos de mais líquidos do que nos meses de menos calor. Se você adicionar água gelada a um gaspacho você ganha uma bebida especialmente clara, vitamínica e saborosa.

9. Inventa, mas sem assumir riscos

Em muitas ocasiões, se falamos úteis que são as ervas aromáticas para temperar os pratos.

Neste caso, porém, se transformar em uma arma de duplo modo. Adicionar o manjericão, por exemplo, subtração autenticidade ao gaspacho e transforma muito o seu sabor.

10. Um gaspacho o verde?

Se ainda assim você gosta de personalizar as suas receitas, e já fez os seus primeiros passos com os smoothies, o que te parece este gaspacho verde?

Tritura pepino, alho, aipo e espinafre com azeite e algumas gotas de vinagre.

Escolha os melhores ingredientes

  • Tomate. Enquanto estiver maduro, vai tudo bem, mas se costumam recomendar de pêra, muito carnudos e pouco ácidos. Isso sim, é importante que estejam suficientemente moles.
  • Vinagre e azeite. Para que não saiam de seu papel de coadjuvante, o vinagre que seja de Jerez ou branco; o azeite, que tenha personalidade, mas que não se imponha, como o de arbequina.
  • Pimentão e pepino. Escolha peças médias ou pequenas para permitir que seja o tomate maduro que brilhe.

Salmorejo, grosso e delicioso

  • Mais calórico. A base é mais simples, porém mais “energética”: 1 kg de tomate maduro, 200 g de pão, 250 ml de azeite de oliva (que podem ser menos), alho (ou médio) e sal. Com estes valores obtém cerca de 6 porções.
  • Com tropezones. Você pode incorporar os ingredientes que você mais gosta. Os tradicionais são presunto e ovo cozido picado. Mas também pode aumentar o lavagante, gambitas, queijo, bastoncitos de produtos hortícolas…
  • E um bom azeite. Não há dúvida de que a melhor opção é usar um azeite de oliva extra-virgem. Mas elígelo de uma variedade de “suave”; se é forte, por ter mais valor que o gaspacho, pode dar certo amargor. Bátelo tudo de bom para adquirir esse lindo cor alaranjada.